segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Papa reúne ateus e líderes religiosos em culto ecumênico

Em Assis, na Itália, o papa Bento XVI reúne hoje (27) em um culto ecumênico representantes de 300 religiões e ateus. É a primeira vez em que pessoas que não acreditam na existência de Deus participam das cerimônias. O objetivo é promover um dia de reflexão e fé, segundo o Vaticano. É o 25º aniversário do Dia Mundial de Oração pela Paz, que começou com o papa João Paulo II, em 1986. O papa fará um sermão, na Basílica de Santa Maria dos Anjos, e em seguida, haverá a participação dos representantes de várias religiões e dos ateus. O Vaticano organizou ainda um almoço. Em seguida, Bento XVI e os líderes religiosos irão do Convento de Santa Maria dos Anjos em direção à Praça São Francisco de Assis, onde será encerrada a cerimônia ecumênica. A cidade italiana se tornou famosa por ser o local onde nasceu São Francisco e em que ele fundou a ordem Franciscana, no século 13. A região tem pouco mais de 25 mil habitantes, mas guarda a arquitetura original e a Basílica de Santa Maria dos Anjos, um local que atrai turismo.

(Estadão)

Nota do blog Criacionismo: Os dois poderes de Apocalipse 13, aos poucos, mas com passos firmes, vão afinando a agenda e aglutinando líderes de todo o mundo em torno de interesses comuns, supostamente benéficos para a coletividade.[Michelson Borges]

Leia também: “Rede de peregrinação verde” e “Obama defende diálogo inter-religioso em recado a Bento XVI”

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

O poder da música sobre o cérebro

Um colega de trabalho na Casa Publicadora Brasileira, o designer Cristiano Kleinert, assistiu a uma palestra do estudioso de mídia português Daniel Spencer sobre música, TV e outras mídias. Segundo ele, o palestrante comentou, entre outras coisas, sobre a hiperestimulação do tálamo e do hipotálamo pelos meios audiovisuais deturpados. A conseqüência disso seria a atrofia do lóbulo frontal, que acaba perdendo o poder de decisão, domínio próprio, etc. Foi dito ainda que a hiperestimulação do hipotálamo e do tálamo por meio de músicas estilo rock, pelas batidas da bateria no compasso “2 e 4” mais acentuados, ocasionaria até mesmo a produção de hormônios sexuais. Cristiano resolveu consultar Hélio Pothin, doutor em Fisiologia e professor na UFSM. Leia a resposta do Dr. Hélio:

“O lobo frontal do cérebro é a parte da frente dos hemisférios cerebrais (direito e esquerdo). A camada cinzenta mais externa do cérebro é formada pelo corpo celular dos neurônios, ou seja, a parte dos neurônios que fazem sinapses com vários outros neurônios. Essa camada é chamada de córtex cerebral. Nos lobos frontais, essa camada é denominada córtex pré-frontal. Devido às inúmeras sinapses (ligações entre neurônios) que ocorrem no córtex, é possível realizar as muitas funções do cérebro.

“O córtex pré-frontal é responsável pelo raciocínio, pensamento, razão, consciência, vontade, capacidade de decisão, etc. Para realizar essas funções ele recebe impulsos nervosos de outras partes do sistema nervoso central.

“O tálamo é formado por várias divisões e está localizado abaixo do córtex, na região central do cérebro. Ele funciona recebendo as informações dos sentidos (visão, audição, gustação e tato) e enviando ou distribuindo as informações para outras regiões do cérebro, incluindo o córtex cerebral.

“O hipotálamo está situado abaixo do tálamo e é formado por vários núcleos nervosos; cada um influencia uma determinada parte do sistema nervoso. Apesar de pequeno, o hipotálamo tem funções importantes no comando das ações autonômicas como: fome, sede, regulação da temperatura corporal, sono, vigília, secreção gastrointestinal, pressão sangüínea, batimentos cardíacos, apetite sexual, ato sexual, etc.

“Para comandar ou influenciar tantas funções o hipotálamo envia suas mensagens através dos nervos e, também, através de hormônios pelo sangue. Ele envia hormônios para a glândula hipófise, a qual controla outras glândulas, inclusive as glândulas sexuais, através de hormônios, também.

“Portanto, estímulos nervosos enviados pelo ouvido, provocados pelo som, chegam até o tálamo e ele envia, também, estímulos nervosos para o centro das emoções, para o córtex pré-frontal e para o hipotálamo.

“Como a música Rock possui ritmos característicos os quais são transformados em estímulos nervosos numa freqüência determinada, chegando ao tálamo este também envia estímulos numa freqüência tal para o hipotálamo, córtex pré-frontal ou outro centro nervoso no cérebro. O hipotálamo entende essa frequência como uma ordem para influenciar as glândulas periféricas, através dos hormônios da hipófise, a fim de liberar seus hormônios, os quais irão aumentar ou diminuir as funções dos órgãos específicos. De acordo com o ritmo da música, serão enviados estímulos elétricos em freqüências diferentes. Cada freqüência alcança locais diferentes no cérebro e pode influenciar funções diferentes ou diferentes comportamentos.

“A música rock, portanto, têm poder de influenciar comportamentos como ira, violência, sexo e estimular a dependência do prazer. Assim, aumenta o desejo por drogas ou comportamentos que estimulem o prazer e, portanto, o vício.

“Um dos centros nervosos que recebem impulsos do hipotálamo, do ouvido, da medula espinhal e outros centros, é um núcleo denominado Locus Cerúleos. Esse núcleo envia neurônios para algumas partes do cérebro, entre elas está o córtex pré-frontal. Quando ocorre estimulação intensa do Locus Cerúleos, ele faz com que Noradrenalina (neurotransmissor) seja liberada dos terminais dos neurônios que chegam ao córtex pré-frontal. A atuação de níveis altos de noradrenalina no córtex pré-frontal atua como uma forma de "anestesia" das funções dessa região. Por isso, as funções de tomar decisões corretas ficam prejudicadas, pois o córtex pré-frontal não consegue buscar informações armazenadas na memória em outras regiões. Assim, a razão, o domínio próprio, a consciência ficam afetados. Como a razão fica ‘anestesiada’, as emoções dominam as ações. Como os hormônios foram liberados em maior quantidade pela estimulação do hipotálamo, o desejo sexual (e qualquer outra função) fica fora do controle da razão.

“É bom salientar que quando o tálamo recebe impulsos nervosos numa freqüência mínima, chamada limiar da percepção consciente, então ele envia esses estímulos para o córtex cerebral e isso se torna consciente ou perceptível. Quando a freqüência de estímulos nervosos que chegam ao tálamo está abaixo da frequência limiar consciente, então esses estímulos são enviados para outros centros nervosos e não vão para o córtex, ou seja, não se tornam conscientes. Embora não conscientes, eles podem alcançar o centro das emoções, asim como o hipotálamo e suas influências glandulares sem ser analisados pela razão. Aí entram as mensagens subliminares.”

Fonte: Criacionismo

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Superentidade controla economia mundial

Conforme os protestos contra o capitalismo se espalham pelo mundo, os manifestantes vão ganhando novos argumentos. Uma análise das relações entre 43 mil empresas transnacionais concluiu que um pequeno número delas - sobretudo bancos - tem um poder desproporcionalmente elevado sobre a economia global. A conclusão é de três pesquisadores da área de sistemas complexos do Instituto Federal de Tecnologia de Lausanne, na Suíça. Este é o primeiro estudo que vai além das ideologias e identifica empiricamente essa rede de poder global. “A realidade é complexa demais, nós temos que ir além dos dogmas, sejam eles das teorias da conspiração ou do livre mercado”, afirmou James Glattfelder, um dos autores do trabalho. “Nossa análise é baseada na realidade.”

A análise usa a mesma matemática empregada há décadas para criar modelos dos sistemas naturais e para a construção de simuladores dos mais diversos tipos. Agora ela foi usada para estudar dados corporativos disponíveis mundialmente. O resultado é um mapa que traça a rede de controle entre as grandes empresas transnacionais em nível global.

Estudos anteriores já haviam identificado que algumas poucas empresas controlam grandes porções da economia, mas esses estudos incluíam um número limitado de empresas e não levavam em conta os controles indiretos de propriedade, não podendo, portanto, ser usados para dizer como a rede de controle econômico poderia afetar a economia mundial - tornando-a mais ou menos instável, por exemplo. O novo estudo pode falar sobre isso com a autoridade de quem analisou uma base de dados com 37 milhões de empresas e investidores.

A análise identificou 43.060 grandes empresas transnacionais e traçou as conexões de controle acionário entre elas, construindo um modelo de poder econômico em escala mundial.

Refinando ainda mais os dados, o modelo final revelou um núcleo central de 1.318 grandes empresas com laços com duas ou mais outras empresas - na média, cada uma delas tem 20 conexões com outras empresas. Mais do que isso, embora esse núcleo central de poder econômico concentre apenas 20% das receitas globais de venda, as 1.318 empresas em conjunto detêm a maioria das ações das principais empresas do mundo - as chamadas blue chips nos mercados de ações. Em outras palavras, elas detêm um controle sobre a economia real que atinge 60% de todas as vendas realizadas no mundo todo. E isso não é tudo.

Quando os cientistas desfizeram o emaranhado dessa rede de propriedades cruzadas, eles identificaram uma “superentidade” de 147 empresas intimamente inter-relacionadas que controla 40% da riqueza total daquele primeiro núcleo central de 1.318 empresas. “Na verdade, menos de 1% das companhias controla 40% da rede inteira”, diz Glattfelder. E a maioria delas são bancos.

Os pesquisadores afirmam em seu estudo que a concentração de poder em si não é boa e nem ruim, mas essa interconexão pode ser.

Como o mundo viu durante a crise de 2008, essas redes são muito instáveis: basta que um dos nós tenha um problema sério para que o problema se propague automaticamente por toda a rede, levando consigo a economia mundial como um todo.

Eles ponderam, contudo, que essa superentidade pode não ser o resultado de uma conspiração - 147 empresas seria um número grande demais para sustentar um conluio qualquer. A questão real, colocam eles, é saber se esse núcleo global de poder econômico pode exercer um poder político centralizado intencionalmente.

Eles suspeitam que as empresas podem até competir entre si no mercado, mas agem em conjunto no interesse comum - e um dos maiores interesses seria resistir a mudanças na própria rede. [...]

(Inovação Tecnológica)

Nota do blog Criacionismo: Além de a Bíblia apontar a desigualdade social como um dos sinais do fim e que certamente farão Deus colocar um ponto final nesta história de sofrimentos e injustiças, há um século, Ellen White afirmou que no fim dos tempos também haveria grandes conglomerados comerciais: “Os ímpios estão sendo atados em feixes, atados em conglomerados comerciais” (Eventos Finais, p. 116). Essa é mais uma realidade que estamos vivendo em nossos dias. Em seu blog, o Pr. Sérgio Santeli compara esse mecanismo de conglomerados (e a estratégia de infiltração) às bonecas russas Matrioshka – aquelas que têm sempre mais uma menor dentro delas. “Traduzindo: dentro de uma sociedade secreta pode existir outro núcleo mais restrito e secreto, dentro do qual pode existir ainda outro, e mais outro até chegar ao topo da pirâmide de poder. A complexidade dessa estratégia somente será revelada quando os registros do Céu forem abertos na eternidade, mas algumas evidências desse mecanismo de controle podem ser rastreadas por alguns dedicados pesquisadores.”

Além dessa profecia quanto aos conglomerados comerciais, é bom lembrar também o cumprimento da profecia relativa à atuação do Vaticano (veja citação abaixo e este texto publicado num site oficial católico). Igualmente, não podemos perder de vista os muitos sinais no mundo natural: mais um terremoto (já contou quantos houve neste ano?), desta vez na Turquia, ceifou a vida de mais de 300 pessoas.[MB]

“A Igreja Católica Romana, com todas as suas ramificações pelo mundo inteiro [e a despeito das muitas pessoas sinceras que estão nela], forma vasta organização, dirigida da sé papal, e destinada a servir aos interesses desta. Seus milhões de adeptos, em todos os países do globo, são instruídos a se manterem sob obrigação de obedecer ao papa. Qualquer que seja a sua nacionalidade ou governo, devem considerar a autoridade da igreja acima de qualquer outra autoridade. Ainda que façam juramento prometendo lealdade ao Estado, por trás disto, todavia, jaz o voto de obediência a Roma, absolvendo-os de toda obrigação contrária aos interesses dela. A História testifica de seus esforços, astutos e persistentes, no sentido de insinuar-se nos negócios das nações; e, havendo conseguido pé firme, nada mais faz que favorecer seus próprios interesses, mesmo com a ruína de príncipes e povo” (Ellen White, O Grande Conflito, p. 580). Você precisa ler esse livro!

domingo, 23 de outubro de 2011

Vaticano elabora plano de reforma econômica mundial

O Vaticano anunciou [na] quarta-feira ter preparado um documento para a reforma do sistema financeiro internacional no qual convoca a criação de uma “autoridade pública com competência universal”. O documento será apresentado na segunda-feira à imprensa e foi elaborado pelo Conselho Pontifício Justiça e Paz, liderado pelo cardeal africano Peter Kodwo Appiah Turkson. “A reforma do sistema financeiro internacional na perspectiva de uma autoridade pública de competência universal” é o título do documento, que ainda não teve seu conteúdo divulgado. O Vaticano apresenta assim propostas concretas perante a crise econômica e social que afeta o mundo desde 2008.

Bento XVI se pronunciou em diversas ocasiões a favor de uma “intervenção pública” e denunciou o sistema econômico atual e suas consequências sobre os setores mais pobres da população, em particular os camponeses. “A crise financeira mundial demonstrou a fragilidade do sistema econômico atual e das instituições a elas conectadas”, declarou o Papa em abril.

Para o chefe da igreja, é “um erro considerar que o mercado é capaz de se autorregular, sem a necessidade de uma intervenção pública e semreferências morais internacionais”, escreveu. [...]

Em julho, o Papa condenou firmemente a “especulação financeira” com alimentos. “O quadro internacional e as frequentes preocupações causadas pela instabilidade, junto com o aumento dos preços dos alimentos, requerem propostas concretas e necessariamente unitárias para obter os resultados que os Estados não podem garantir individualmente”, ressaltou na época.

(Terra)

Nota do blog Criacionismo: Escreva aí (ou melhor, nem precisa escrever, pois já está escrito há quase dois mil anos): os governos do mundo, em especial o dos Estados Unidos, ainda vão bater à porta do Vaticano em busca de ajuda. As crises edescontentamentos populares estão deixando claro que as pessoas já não mais aguentam as injustiças e desigualdades dos sistemas políticos que deveriam lhes garantir uma vida boa e tranquila. Quando tudo parece falhar (e adicionem-se ao “caldo” as tragédias “naturais”), o jeito é se voltar para a religião. Mas que religião? E quem seria essa “autoridade pública com competência universal”? E quem, por motivo de consciência, não puder obedecer aos ditames dessa autoridade que aparentemente virá para salvar o planeta? O cenário apocalíptico vai sendo montando, enquanto o povo faz chacota sobre o tema do fim do mundo, graças a um pastor maluco que anunciou o fim do mundo para maio e não se contentou em ficar quieto: anunciou-o novamente para hoje. Essas são apenas distrações satânicas para evitar que as pessoas se deem conta do que realmente está acontecendo nos bastidores do conflito entre o bem e o mal, cujo desfecho se aproxima rapidamente, afinal, crises têm o poder de acelerar medidas que, de outra maneira, levariam anos para ser implementadas.[Michelson Borges]

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Papa convoca religiões pela paz


Bento XVI vai promover no próximo dia 27 um novo encontro mundial de líderes religiosos “pela justiça e a paz”, na cidade italiana de Assis, à imagem do que fez João Paulo II em 1986. O programa desta jornada de “reflexão, diálogo e oração” foi hoje [18] apresentado pelo Vaticano, em conferência de imprensa, anunciando a presença de 17 delegações das Igrejas cristãs do Oriente – incluindo o Patriarca Bartolomeu I de Constantinopla (Igreja Ortodoxa) -, 13 Igrejas ocidentais – com a presença do primaz anglicano, arcebispo Rowan Willams -, uma representação do Grão Rabinato de Israel (judaísmo) e outros 176 representantes de diversas tradições religiosas.
Do Médio Oriente e dos países árabes vão chegar 48 muçulmanos à cidade que viu nascer São Francisco de Assis, na qual se reuniram líderes religiosos em encontros similares convocados por João Paulo II, em 1986 e 2002. A Santa Sé destaca ainda a presença de um sobrinho de Mahatma Gandhi, na representação hindu, para além de quatro professores europeus “que se professam como não crentes”, entre os quais o economista Walter Baier, do partido comunista austríaco.
Bento XVI vai passar o dia inteiro em Assis, após uma viagem em comboio, estando prevista uma celebração especial, no dia 26, em vez da audiência pública semanal na Praça de São Pedro. “Peregrinos da verdade, peregrinos da paz” é o tema escolhido para o encontro inter-religioso anunciado logo no primeiro dia de 2011 pelo atual Papa, lembrando o “25.º aniversário do Dia Mundial de Oração pela Paz”.
“Irei como peregrino à cidade de são Francisco, convidando os irmãos cristãos das diferentes confissões, os representantes das tradições religiosas do mundo e todos os homens de boa vontade a unirem-se neste caminho com o objetivo de recordar aquele gesto histórico desejado pelo meu predecessor”, disse então Bento XVI.
Na conferência de imprensa desta manhã, o cardeal Peter Turkson, presidente do Conselho Pontifício Justiça e Paz , destacou a importância de “colaboração entre as religiões”, perante desafios como a “crise económica e financeira” ou a “crise das instituições democráticas e sociais”. Para este responsável, o encontro de Assis serve para dizer “não” a “qualquer instrumentalização da religião”, em particular como justificação para a violência, e para “superar o laicismo que quer marginalizar da família humana aquele que é o princípio e o fim [Deus]”.
O programa do próximo dia 27 inicia-se pelas 08h00 italianas (menos uma em Lisboa), com a partida em comboio, desde o Vaticano, de Bento XVI e das delegações de outras Igrejas e confissões religiosas, rumo a Assis, onde devem chegar pelas 09h45. Na cidade italiana, os participantes no encontro reúnem-se na basílica de Santa Maria dos Anjos, para ouvir o Papa e recordar as iniciativas realizadas anteriormente. Após o almoço, todos os presentes vão dirigir-se em silêncio para a basílica de São Francisco, que acolhe o momento de renovação do “compromisso comum pela paz”.
Os países representados em Assis vão ser mais de 50, entre os quais Egito, Paquistão, Jordânia, Irão, Arábia Saudita e outros que, segundo o Vaticano, “são talvez dos que mais sofrem neste momento histórico por causa dos problemas da liberdade religiosa”.
Fonte: Ecclesia
NOTA Minuto Profético: Buscar e incentivar a paz deve ser algo natural para os cristãos, os quais, sob a influência do Espírito Santo, são chamados a ser pacificadores (Mt 5:9). No aspecto social, a paz só poderá ser alcançada quando as pessoas, individualmente, tiverem paz interior. E essa paz interior somente é obtida mediante a aceitação da Palavra de Deus no coração: “Assim será a palavra que sair da Minha boca: não voltará para Mim vazia, mas fará o que Me apraz e prosperará naquilo para que a designei. Saireis com alegria e em paz sereis guiados” (Is 55:11, 12).
O que significa dizer que a paz verdadeira não poderá ser uma realidade enquanto estiver amparada por conceitos e práticas pagãs: “Que paz, enquanto perduram as prostituições [idolatria] de tua mãe Jezabel e as suas muitas feitiçarias?” (2Rs 9:22) – o que é um fato quando se observa o Vaticano todo envolvido com o paganismo das religiões de mistério. Sendo assim, ao mesmo tempo em que o cristão deve ser um agente pacificador, deve também ser um promotor da verdade: “E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará” (Jo 8:32).
Sobre a estratégia das Religiões de Mistério em adotar símbolos para supostamente promover a paz mundial, o economista Armindo Abreu, em sua obra O Poder Secreto, p. 349, afirma: “Explicam-nos os teóricos que, nos eventos pagãos, esses emblemas têm seu significado comum revertido, para passarem despercebidos aos olhos do público. Assim, nesses rituais ocultistas, a pomba, para todos nós, supostamente, o símbolo da paz, representaria, na realidade, a morte e a destruição. Essa reversão das simbologias permite que a Fraternidade [ocultista] possa dispor de seus ícones em público, sem despertar atenções, justamente porque as pessoas comuns não têm a mínima idéia do que representam para o círculo íntimo e mágico do poder”.
Certa mais uma vez então, está a Palavra de Deus: “Quando andarem dizendo: Paz e segurança, eis que lhes sobrevirá repentina destruição” (1Ts 5:3).

Algo de diferente está acontecendo no mundo



Com tantos protestos sociais espontâneos irrompendo por toda parte, desde a Tunísia até Tel Aviv e Wall Street, é evidente que existe algo ocorrendo globalmente que necessita de definição. Estão em circulação duas teorias unificadoras que me intrigam. Uma delas diz que isso é o início da “Grande Ruptura”. A outra afirma que tudo o que está ocorrendo faz parte da “Grande Mudança”. Você decide. Paul Gilding, ambientalista australiano e autor do livro The Great Disruption (A Grande Ruptura), argumenta que essas manifestações se constituem em um sinal de que o atual sistema capitalista obcecado com o crescimento está atingindo seus limites financeiros e ecológicos. “Eu vejo o mundo como um sistema integrado, de forma que não enxergo esses protestos, a crise da dívida, a desigualdade, a economia ou a mudança climática de forma isolada. O nosso sistema está passando por um processo doloroso de ruptura”, afirma Gilding. E é isso o que ele quer dizer com o termo Great Disruption.

“O nosso sistema de crescimento econômico, de democracia inefetiva, de sobrecarga do planeta Terra – o nosso sistema – está devorando a si próprio vivo. O movimento Occupy Wall Street (Ocupar Wall Street) é como aquela criança da história dizendo aquilo que todos sabem, mas têm medo de dizer: o imperador está nu. O sistema está falido. Pensem sobre a promessa do capitalismo global de mercado. Se deixarmos o sistema funcionar, se permitirmos os ricos ficarem mais ricos, se deixarmos que as corporações se concentrem nos lucros e que a poluição continue ocorrendo sem taxação e contestação, todos teremos uma vida melhor. Pode ser que a riqueza não seja igualmente distribuída, mas os pobres ficarão menos pobres, aqueles que trabalharem mais arduamente conseguirão empregos, os que estudarem mais obterão empregos melhores e nós contaremos com riqueza suficiente para consertar o meio ambiente.

“Mas o que estamos presenciando agora – de forma mais extrema nos Estados Unidos, mas basicamente no mundo inteiro – é a maior de todas as quebras de promessas”, acrescenta Gilding. “Sim, os ricos estão ficando mais ricos e as corporações estão lucrando – e os executivos delas são regiamente recompensados. Mas, enquanto isso, a situação do povo está piorando – a população está se afogando em dívidas referentes à casa própria ou à educação –; muita gente que trabalhou duro está desempregada; muitos que estudaram bastante não conseguem obter um bom emprego; o meio ambiente está sendo cada vez mais danificado; e as pessoas estão percebendo que os seus filhos ver-se-ão em uma situação ainda mais difícil do que os pais.”

“Esta onda particular de protestos poderá crescer ou não, mas o que não desaparecerá é a ampla coalizão daqueles indivíduos para os quais o sistema mentiu e que agora acordaram. Não são apenas os ambientalistas, os pobres, ou os desempregados. É a maioria das pessoas, incluindo aquelas da classe média com alto nível educacional, que estão sentindo na pele os resultados de um sistema que fez com que todo o crescimento econômico registrado nas últimas três décadas fosse parar no bolso da parcela de 1% da população que ocupa o topo da pirâmide de distribuição da riqueza.” [...]

(UOL)

Nota do blog Criacionismo: “Sabe, porém, isto: nos últimos dias, sobrevirão tempos difíceis, pois os homens serão egoístas, avarentos, jactanciosos, arrogantes, blasfemadores, desobedientes aos pais, ingratos, irreverentes, desafeiçoados, implacáveis, caluniadores, sem domínio de si, cruéis, inimigos do bem, traidores, atrevidos, enfatuados, mais amigos dos prazeres que amigos de Deus, tendo forma de piedade, negando-lhe, entretanto, o poder” (previsão do apóstolo Paulo na segunda carta a Timóteo 3:1-5). O livro de Tiago também já anunciava a luta entre o capital e o trabalho e as injustiças sociais (Tg 5). E o Apocalipse prevê que Jesus voltará quando o ser humano estiver destruindo a Terra (Ap 11:18). Para quem conhece as profecias bíblicas, esse “algo diferente” que está acontecendo com o mundo não causa espanto. Algo maravilhoso virá depois do “diferente”.[Michelson Borges]



Leia também: “Movimento de ‘indignados’ consegue respaldo mundial e se amplia”

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Vaticano convidará não religiosos a encontro pela paz

O Vaticano convidará personalidades que se definem como não religiosas ao encontro mundial inter-religioso pela paz previsto para o fim de outubro em Assis, no centro da Itália, anunciou o cardeal Tarcisio Bertone. Em um editorial publicado pelo Osservatore Romano, o cardeal Bertone destaca a vontade de convidar "também algumas personalidades da ciência e da cultura que se definem como não religiosas" [será que Dawkins vai?]. "Não apenas porque a paz é responsabilidade de todos, e sim, mais profundamente, porque estamos convencidos de que a posição de quem não acredita ou custa a crer pode desempenhar uma papel saudável para a religião como tal, ajudando por exemplo a identificar possíveis degenerações e falsidades", afirma no texto.

O Papa Bento XVI anunciou em abril a convocação de uma jornada inter-religiosa de "oração pela paz e a justiça no mundo" para "celebrar o 25º aniversário do encontro histórico que se celebrou em Assis em 27 de outubro de 1986, por vontade do venerável Servidor de Deus João Paulo II".

(Terra)

Nota do blog Criacionismo: Além da bandeira ECOmênica, a luta pela paz é o tipo de causa que tende a colocar as diferenças de lado e unir as pessoas, independentemente do credo (ou da falta dele). O Vaticano vem desempenhando seu papel profético e a aglutinação das massas é algo previsto no Apocalipse. A iniciativa, em princípio, é boa. O problema serão os meios utilizados para se tentar chegar aos alvos propostos. Em algum momento, esses meios vão cercear a liberdade de minorias fieis à Palavra de Deus. Não nos esqueçamos também de que, “quando andarem dizendo: Paz e segurança, eis que lhes sobrevirá repentina destruição, como vêm as dores de parto à que está para dar à luz; e de nenhum modo escaparão” (1Ts 5:3).[Michelson Borges]

Estados Unidos querem se aliar ao Vaticano

Os Estados Unidos têm interesse em ser um aliado do Vaticano, de acordo com documentos revelados pelo site WikiLeaks e antecipados nesta quinta-feira pela revista italiana L’Espresso. Segundo os documentos, a secretária de Estado americana Hillary Clinton teria orientado os embaixadores e diplomatas do país a criarem uma página na internet para acompanhar as novidades do governo pontifício. “O Vaticano pode ser uma potência aliada ou um inimigo ocasional. Devemos fazê-lo ver que a nossa política pode ajudá-lo a avançar em muitos princípios”, orientou o Departamento de Estado. Os relatórios, que serão publicados na sexta-feira pela revista, informam que os Estados Unidos consideram o Vaticano um modelo a ser estudado com atenção. “Trata-se de uma armada impressionante: 400 mil sacerdotes, 750 madres, cinco mil monges e frades, relações diplomáticas com 177 países, três milhões de escolas, cinco mil hospitais, braço operativo da Caritas com 165 mil voluntários e dependentes que prestam assistência a 24 milhões de pessoas”, afirmam os documentos.

O Departamento de Estado americano ainda apontou que a relação do país com o governo pontifício deve ser construída com cuidado. “Tudo depende da relação que possamos construir: devemos trabalhar juntos quando as nossas posições são complementares, assegurando que a nossa linha seja compreendida quando são divergentes”, dizem os textos.

(Veja)

Nota do blog Criacionismo: Há um século (quando isso era inconcebível), Ellen White escreveu: “Os protestantes dos Estados Unidos serão os primeiros a estender as mãos através da voragem para apanhar a mão do espiritismo [de onde vêm, por exemplo, as principais produções espíritas do mundo]; estender-se-ão por sobre o abismo para dar mãos ao poder romano; e, sob a influência desta tríplice união, este país seguirá as pegadas de Roma, desprezando os direitos da consciência” (Ellen G. White, O Grande Conflito, p. 588). Será que falta muito para que essa tríplice união seja consolidada? Tarefa de casa: reler atentamente o capítulo 13 do Apocalipse.[Michelson Borges]

Deus quer que EUA comandem o mundo, diz Mitt Romney

O pré-candidato republicano à eleição presidencial de 2012 nos Estados Unidos Mitt Romney declarou nesta sexta-feira que Deus criou os Estados Unidos para que o país liderasse o mundo e acusou o presidente democrata Barack Obama de enfraquecer voluntariamente o país. 

Romney buscou fortalecer suas credenciais como potencial comandante-em-chefe das Forças Armadas, no momento em que as pesquisas o colocam em primeiro lugar nas intenções de voto entre os pré-candidatos republicanos e em forte disputa com Obama para a eleição de novembro de 2012. 

"Deus não criou este país para que fosse uma nação de seguidores. Os Estados Unidos não estão destinados a ser um dos vários poderes globais em equilíbrio", disse Romney em seu discurso de campanha mais importante sobre política externa. 

"Os Estados Unidos devem conduzir o mundo ou outros o farão", acrescentou, afirmando que o planeta seria mais perigoso se Washington não tivesse um papel de liderança. O pré-candidato republicano pronunciou este discurso no aniversário de dez anos do início da intervenção americana no Afeganistão. 

"Deixem-me ser claro: como presidente dos Estados Unidos, eu me dedicarei a um século americano", afirmou. 

"Nunca, jamais, pedirei perdão em nome dos Estados Unidos", afirmou Romney rodeado por cadetes do Citadel, um colégio militar da Carolina do Sul. 

Os republicanos classificam os esforços de Obama para melhorar a imagem dos Estados Unidos fora do país como um "tour de desculpas" e acusam seu governo de enfraquecer o papel do país. 

Fonte: Folha.com

domingo, 9 de outubro de 2011

Chegou a vez dos indignados nos EUA?

Michael Bloomberg, o prefeito de Nova York, advertiu que se a crise do desemprego nos Estados Unidos não for resolvida logo, pode haver protestos nas ruas: “Temos muitos recém-formados que não conseguem encontrar emprego. Foi o que aconteceu no Cairo. Foi o que aconteceu em Madri. Não queremos esse tipo de revolta aqui.” Analistas de diferentes posições, de Thomas Kocham, do MIT, até Immanuel Wallerstein, da Universidade Yale, concordam. O primeiro se diz surpreso que ainda não tenham aparecido sinais mais visíveis de descontentamento. “Nosso povo é muito tolerante, não são inclinados à desordem civil. Mas com esta economia, o tempo está se esgotando.” Para Wallerstein, a incerteza e o caos estão por toda parte. Ele afirma que é a deterioração do dólar como moeda de reserva mundial é irreversível: era “o último poder real exercido pelos Estados Unidos”, disse Sally Burch. E acrescentou: “Os danos são reais, a situação dos EUA é séria e não é recuperável.”

No interior, cidades pequenas “estão indo à bancarrota e não conseguem pagar seus aposentados”, enquanto a situação da classe média se deteriora rapidamente. “Aqueles que perdem seus empregos, dificilmente encontram outro, especialmente na faixa entre 40 e 60 anos, chegando até mesmo a perder suas casas.”

Para Wallerstein, “a situação nos EUA vai piorar” por causa do freio aos gastos públicos imposto pelos republicanos. Ele prevê uma deterioração ainda maior. “A loucura do Tea Party – adverte – está levando os Estados Unidos, e, portanto, o mundo todo, para um crash”.

O desgaste social e econômico interno é evidente: por quarenta meses seguidos, o desemprego crônico se manteve acima de 9%, como revelado pelo BLS (Bureau of Labor Statistics), cuja metodologia, que considera “ajustes sazonais” e outras manipulações, maquia a realidade para que ela não pareça tão ruim. A manutenção de um desemprego nesses níveis por um período tão longo não é registrada desde o fim da Segunda Guerra Mundial e é comparável com a Grande Depressão.

Segundo John Williams, “a gravidade extraordinária e a duração dos choques econômicos dos EUA, durante os últimos três ou quatro anos, têm desestabilizado os ajustes sazonais usados nos cálculos do BLS, em algumas séries estatísticas.” Após 1994, houve ajustes na metodologia. Williams lembra que de acordo com o procedimento estatístico utilizado atualmente, depois que alguém está desempregado há mais de um ano, não está mais incluído nas contas do governo. Dessa forma, “se o desemprego fosse calculado como antes de 1994, então o verdadeiro número de desempregados seria de 22,2%”.

Entretanto, além do desemprego crônico e realmente elevado, um estudo realizado por Lawrence Mishel do EPI (Economic Policy Institute) mostra um declínio substancial no patrimônio da classe média e de outros grupos, como os negros, cujos principais bens são suas casas: “O valor da propriedade familiar agora é menor do que era em 1983, há uma geração, enquanto a riqueza dos setores de alta renda teve grande expansão”.

Note-se que essa é uma tendência de longo prazo, que mantém e intensifica a polarização social. Mishel mostra que os 5% de famílias mais ricas absorveram cerca de 82% do crescimento da riqueza total gerada entre 1983 e 2009, enquanto 60% dos domicílios tinham menos recursos do que em 1983. Pior ainda, outros estudos do EPI mostram que o crescimento dos salários está desacelerando de 3,8% até 2007, para 1,8% em maio de 2011.

Os dados dão respaldo ao prognóstico de Wallerstein: “Eu vejo guerras civis em muitos países do norte, especialmente nos EUA, onde a situação é muito pior do que na Europa Ocidental, embora lá também haja chance de guerra, porque há um limite até o qual as pessoas comuns aceitam a degradação de suas possibilidades.”

(OperaMundi)

Nota do blog Criacionismo: Some-se à crise social e financeira as catástrofes “naturais” anunciadas (e já sentidas em várias partes do mundo, em anos e meses recentes) e poderemos ter uma noção do caos global que nos aguarda. São prenúncios de que este mundo agonizante se aproxima do fim e de que a solução para esses males não será humana.[Michelson Borges]

Condenado no Irã por ser cristão

Não há um só país de maioria cristã, e já há muitos anos, que persiga outras religiões. Ao contrário: elas são protegidas. Praticamente todos os casos de perseguição a minorias religiosas têm como protagonistas correntes do islamismo – ou governos mesmo. Não obstante, são políticos de países cristãos – e Barack Obama é o melhor mau exemplo disto – que vivem declarando, como se pedissem desculpas, que o Ocidente nada tem contra o Islã etc. e tal. Ora, é claro que não! Por isso os islâmicos estão em toda parte. Os cristãos, eles sim, são perseguidos – aliás, é hoje a religião mais perseguida da Terra, inclusive por certo laicismo que certamente considera Bento 16 uma figura menos aceitável do que, sei lá, o aiatolá Khamenei…

O pastor iraniano Yousef Nadarkhani foi preso em 2009, acusado de “apostasia” – renunciou ao islamismo –, e foi condenado à morte. Deram-lhe, segundo a aplicação da sharia, três chances de renunciar à sua fé, de renunciar a Jesus Cristo. Ele já se recusou a fazê-lo duas vezes – a segunda aconteceu hoje [28/9]. Amanhã é sua última chance. Se insistir em se declarar cristão, a sentença de morte estará confirmada. Seria a primeira execução por apostasia no país desde 1990. Grupos cristãos mundo afora se mobilizam em favor de sua libertação. A chamada “grande imprensa”, a nossa inclusive, não dá a mínima. Um país islâmico eventualmente matar um cristão só por ele ser cristão não é notícia. Se a polícia pedir um documento a um islâmico num país ocidental, isso logo vira exemplo de “preconceito” e “perseguição religiosa”.

Yousef Nadarkhani é um de milhares de perseguidos no país. Sete líderes da fé Baha’i tiveram recentemente sua pena de prisão aumentada para 20 anos. Não faz tempo, centenas de sufis foram açoitados em praça pública. Eles formam uma corrente mística do Islã rejeitada por quase todas as outras correntes – a sharia proíbe sua manifestação em diversos países.

Há no Irã templos das antigas igrejas armênia e assíria, que vêm lá dos primórdios do cristianismo. Elas têm sido preservadas. Mas os evangélicos começaram a incomodar. Firouz Khandjani, porta-voz da Igreja Evangélica do Irã, teve de deixar o país. Está exilado na Turquia, mas afirmou à Fox News que está sendo ameaçado por agentes iranianos naquele país.

(Reinaldo Azevedo, Veja)

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Criança adotada por casal de lésbicas faz tratamento para troca de sexo

O garoto Thomas Lobel – da Califórnia – de oito anos de idade, esta sendo motivo de polêmica com a mudança de sexo com direito a tratamento à base de hormônios que tem feito.



O menino que é filho de uma casal de lésbicas iniciou o processo ainda quando tinha apenas 8 anos de idade. Com o apoio e defesa das mães, hoje o menino tem sua identidade como Tammy. As responsáveis dizem que a decisão de começar o processo de mudança de sexo na infância é melhor devido aos casos de transtorno de identidade na puberdade, o que ocasiona muitos suicídios.


“Sou uma menina”. Segundo as mães Pauline Moreno e Debra Lobel, essa foi uma das primeiras frases que “Tammy” aprendeu a falar, elas também contaram que aos sete anos ele fez a ameaça de mutilar seu próprio órgão genital, foi então que veio o incentivo maior da parte delas para a iniciação do processo médico, devido o diagnóstico de transtorno de gêneros.


O Daily Mail informou que esse tratamento hormonal permite que caso o garoto queira passar a puberdade como um garoto, o poderá fazer. Pois segundo eles, este pode ser interferido a tempo, não afetando inclusive a fertilidade de Thomas/Tammy, no entanto, se prosseguir na decisão de se tornar de fato uma mulher, os medicamentos irão começar a gerar mudanças físicas femininas em seu corpo.


A cidade de Berkeley, onde Tammy vive, é uma das quatro nos Estados Unidos (Boston, Seatle e Los Angeles são as outras) onde há um hospital com programas para crianças transexuais.

Fonte: http://evidenciasprofeticas.blogspot.com/2011/10/crianca-adotada-por-casal-de-lesbicas.html


Nota: A nossa dívida com Sodoma e Gomorra vai ficando cada dia mais cara. 

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Vulcão mais mortal está prestes a entrar em erupção

A última vez que o vulcão mais mortal do planeta explodiu foi em 1815. Mais de 71 mil pessoas morreram no local. Ele também foi responsável por um inverno vulcânico que causou a pior fome em todo o mundo no século 19. Agora, ele pode explodir novamente. O Monte Tambora está localizado na ilha de Sumbawa, na Indonésia. Enquanto ele não tem a explosão de vulcão mais poderosa da história, tem a que causou mais mortes diretas e indiretas. Quando a explosão aconteceu em abril de 1815, Sumbawa foi obliterada. A caldeira, em seguida, entrou em colapso, após alguns meses de atividade pesada. A maioria da população da ilha foi morta e sua vegetação foi reduzida a cinzas. Algumas árvores foram arrancadas e empurradas para dentro do mar, juntamente com cinzas, criando jangadas gigantes. E tsunamis gerados pela explosão afetaram ilhas nas proximidades. Mas o seu poder destrutivo não foi apenas limitado à região. A explosão do vulcão afetou o mundo inteiro.



Cinzas subiram em uma coluna que atingiu 43 quilômetros de altura, até a estratosfera. As partículas mais pesadas eventualmente caíram, mas um véu de aerossóis de sulfato permaneceu na estratosfera por anos, escurecendo a luz do sol em toda parte. Isso interrompeu todo o clima global em grande forma, e iniciou uma cadeia de eventos que matou milhões através do Hemisfério Norte. No ano seguinte, não houve verão e as temperaturas desceram uma média de 0,5 grau Celsius. Não parece muito, mas o enxofre liberado pelo vulcão causou estragos em culturas agrícolas e morte da pecuária em todos os lugares.


Os Estados Unidos experimentaram extremas geadas e neve pesada no meio do “verão”, arruinando tudo nos campos. O mesmo aconteceu em outros lugares, causando uma grande fome em todo o mundo. Essa fome ajudou a espalhar uma nova cepa da cólera na Ásia e uma epidemia de tifo no sudeste da Europa e no Mediterrâneo oriental. Não foi divertido.


Sabendo de tudo isso, especialistas estão dizendo que o Monte Tambora está pronto para entrar em erupção novamente. Um fluxo constante de terremotos está agitando a ilha, de menos de cinco por mês em abril para mais de 200 agora. Colunas de cinzas já estão ventilando tão altas quanto 1.400 metros.


As autoridades já estabeleceram um perímetro de perigo de 3,22 quilômetros e seus habitantes estão evacuando a área sob as ordens do governo. A maioria das pessoas de lá conhece a história de 1815 e não precisa de qualquer ordem para começar a correr. Na verdade, as pessoas de fora da zona de perigo também estão fugindo por puro medo.


Ninguém sabe ao certo se o Monte Tambora vai explodir com a mesma intensidade de 1815, ou quando vai explodir. Mas sabemos que ele está despertando, o que certamente não é bom.


Fonte: Hypescience






O culto ao belo – qual a nossa posição?

Recentemente aconteceu o concurso de Miss Universo aqui no Brasil. Como era de se esperar, logo pela manhã os meios de comunicação estavam repletos de comentários sobre o assunto. Enquanto milhares de pessoas voltaram suas atenções para o concurso, enquanto milhares de pessoas vivem a lógica do culto ao corpo e culto ao belo, qual deve ser a nossa posição?



Tenho estudado um pouco sobre ideais de beleza e seus efeitos na vida das pessoas, devido à minha pesquisa de mestrado. Além disso, como psicóloga constantemente sou abordada por pessoas que são vítimas desses ideais, e não encontram saída para seus problemas cuja raiz, muitas vezes, está em uma autoestima maltratadas pelas exigências culturais do que é belo e adequado. É triste visualizar esse quadro pintado por trás do tapete vermelho e das cortinas que compõe o cenário dos desfiles de moda e concursos de beleza.

Lendo um pouco sobre o concurso de ontem, me deparei com a seguinte fala de um jurado do concurso, referindo-se à beleza exterior: “Não é só isso que conta. Tem que ser bonita por dentro e por fora.”


Bonita por dentro e por fora. Muito bonito esse critério de avaliação. Inclusive, aparentemente, está até em conformidade com a Palavra de Deus: “A beleza de vocês não deve estar nos enfeites exteriores, como cabelos trançados e jóias de ouro ou roupas finas. Pelo contrário, esteja no ser interior, que não perece, beleza demonstrada num espírito dócil e tranqüilo, o que é de grande valor para Deus.” I Pedro 3:3 e 4.


Isso de fato seria muito bonito se fosse possível julgar através de um desfile a beleza interior a qual Pedro se refere. Mas mesmo assim, que objetivo há em coroar uma mulher a Miss “bela por dentro e por fora”? O próprio Cristo, que é Rei, se fez homem humilde e, segundo Isaías, “não tinha qualquer beleza ou majestade que nos atraísse, nada em sua aparência para que o desejássemos.” (Isaías 53:2).


O fato é que, independente de gostarmos ou não dessa notícia, desfiles de moda e concursos de Miss são práticas mundanas que surgiram no coração de homens, e não no coração de Deus, e que não possuem finalidade espiritual, mas o único adorado e cultuado nesses eventos é o próprio homem e seu corpo. Então volto a perguntar: qual a nossa posição diante disso?


Renata Russo, pesquisadora, em um artigo científico sobre imagem corporal e cultura do belo, escreveu: “Os meios de comunicação contribuem e incentivam a batalha pelo “belo”. [...] Isto faz com que as pessoas tornem-se escravas de um ideal, ressaltando o narcisismo e impondo para si mesmas uma disciplina extremamente severa, por vezes dolorosa.”


Em nome de cumprir com padrões efêmeros, culturalmente instituídos, pessoas têm colocado em jogo muitas coisas, entre elas, sua autoestima e suas faculdades físicas e espirituais.


Ellen White escreve no livro “A Ciência do Bom Viver”, p. 291, que “por amor da moda, são roubados da preparação para a vida por vir.” A adoração que deve ser dada unicamente à Deus voltasse para o EU. Os esforços que deveriam ser empregados no serviço de Deus, são empregados na busca pelos padrões ideais.


O sangue de Jesus foi o preço pago para nos libertar do pecado. Ele nos liberta de todo tipo de escravidão que Satanás possa nos colocar, inclusive a escravidão da moda e do culto a padrões estabelecidos por homens. O amor que Cristo tem por mim e o sacrifício que Ele fez na cruz deve ser motivo suficiente para que eu abra mão de qualquer coisa que possa comprometer a vida eterna que Ele pretende passar ao meu lado! Às vezes a gente “curte” assistir e ler sobre essas coisas cuja única finalidade é a exaltação do EU e o estabelecimento de padrões humanos, porque não tivemos ainda uma reflexão sobre o assunto. Por isso, proponho hoje uma reflexão séria sobre isso. Qual deve ser o seu posicionamento diante de eventos que o mundo promove e que até pesquisadores que não possuem compromisso com a verdade bíblica enxergam que provocam grande mal à vida das pessoas? É válido se distrair ou admirar algo que pode fazer tanto mal àqueles por quem Cristo deu a vida?


Karyne Correia é psicóloga


Fonte: http://mulheradventista.com/o-culto-ao-belo-qual-a-nossa-posicao/


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