sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Quem escolhe o meu namorado(a)? Deus ou eu?

Um pensamento que alicia jovens na maioria das igrejas hoje em dia, está relacionado com o namoro: Deus, ou eu mesmo devo escolher meu namorado(a)? Essa pergunta inquieta a maioria dos jovens cristãos, e serve também de força de manobra em muitos ministérios de jovens. Mas qual é a resposta? Que meios ou critérios devemos usar para escolher um namorado(a)? Será que o fulano(a) é a pessoa que Deus escolheu? Ou eu que escolho?

Muitos jovens hoje em dia vivem essa crise nos relacionamentos. Gostam de alguém, mas temem que essa pessoa não faça parte dos planos de Deus para a sua vida, e buscam conciliar obediência à Deus com satisfação nos relacionamentos.

Carrego algumas dicas comigo para aconselhar jovens que vivem essa crise.

Antes de tudo, gostaria de dizer algo muito importante à todos os cristãos. DEUS NÃO ESCOLHE POR VOCÊ, ELE ESCOLHE COM VOCÊ. Isso mesmo, Deus abençoa seu namoro quando você faz uma escolha coerente. E aqui vão algumas dicas para você fazer essa escolha.

Namoro não é um espaço de vida para aprender a beijar, a transar e afirmar sua beleza.
Isso mesmo, o cristão encara o namoro como a ante sala da felicidade (casamento). E felicidade é coisa séria! Namoro para nós não é uma aventura infantil como o mundo vê. Namoro faz parte de um comportamento que gerará um novo casal. Antes de Deus cuidar de qualquer coisa relacionada a religião, ele cuidou de um casal de namorados (Adão e Eva), e abençoou aquele relacionamento para que eles gerassem uma humanidade abençoada. A troca de prioridades daquele casal fez com que o relacionamento ficasse a deriva do mal. Portanto se as prioridades do namoro forem trocadas pela proposta do mundo, Deus não pode escolher junto com você, essa pessoa que você escolheu. Pois esse tipo de procedimento não está nos planos de Deus para a nossa vida.

Diferenças religiosas são as mais difíceis de serem resolvidas entre um casal de namorados.
É muito complicado quando um cristão namora com alguém que não seja. Geralmente são muitos os conflitos gerados no relacionamento, pelo simples fato de que os valores são outros, e as escolhas do que se deve ou não fazer torna-se agonizante. Um velho adágio diz: “Urubu jamais voa com pomba”. Isso significa que a diferença religiosa torna a relação muito mais pesada e difícil de ser conciliada. Tempo e desgaste desnecessário para um jovem, que já carrega tantos outros problemas para resolver. (faculdade,primeiro emprego, compra do primeiro carro, etc.)

O seu namoro deve glorificar a Deus.
Paulo diz aos Coríntios: “Portanto, quer comais, quer bebais ou façais outra coisa qualquer, fazei tudo para a glória de Deus.” (1Co 13:31). Tudo que fazemos, devemos carregar o princípio do louvor e da exaltação de Deus. Se o namoro exalta a Deus, fique em paz com ele. Se esse namoro realça os valores de Deus no mundo, Deus é com você e o está abençoando, mas se for o contrário disso, fuja! Corra dessa relação, pois ela é um laço que prenderá a sua vida. A glória de Deus é a sua alegria, e um relacionamento que glorifica a Deus gera contentamento, satisfação e paz.

Por Bruno Santos.

Fonte: Novo Tempo

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