terça-feira, 6 de março de 2012

ONU insiste para que haja união de todas as religiões

Nassir Abdulaziz Al-Nasser, presidente da Assembleia Geral das Nações Unidas, destacou recentemente o potencial “de todas as religiões do mundo” para promoverem a paz e a estabilidade no mundo. “Reconhecemos e celebramos os valores que são partilhados pelas tradições religiosas”, disse. Ele afirmou também que as religiões têm princípios comuns que podem ser usados ​​para trazer unidade e harmonia entre as pessoas.

Seu discurso foi por ocasião da Semana Mundial da Harmonia Interreligiosa, realizada em Nova York, e reuniu representantes de diferentes credos religiosos.

Para Al-Nasser, as religiões e as Nações Unidas têm muito em comum: “Essas semelhanças incluem o respeito pelos direitos humanos – confrme está na Declaração Universal dos Direitos Humanos – a afirmação do valor igual de todos os seres humanos e a importância da compaixão e serviço ao próximo e as aspirações universais pela paz”.

Os estados-membros da ONU decidiram num assembleia em 2010 realizar o evento anualmente. O presidente da Assembleia Geral detacou que a ONU foi estabelecida para “permitir a procura de valores universais como a paz, liberdade, direitos humanos, dignidade e uma unicidade da humanidade, que também são adotados por muitas religiões no mundo”.

A Vice-Secretária-Geral Asha-Rose Migiro destacou que, embora a fé seja ”a ligação que muitas vezes une as comunidades e as culturas ao redor do mundo”, muitas vezes foi usada como uma desculpa para “enfatizar as diferenças e aprofundar as divisões”.

“Só ao encontrarmos uma causa comum, no respeito mútuo de valores espirituais e morais é que podemos esperar que haja verdadeira harmonia entre as nações e os povos”, disse ela.

Migiro enfatizou: “O evento de hoje é uma prova dos benefícios que podem derivar de caminharmos juntos e aprendermos uns com os outros”.

Ela pediu ainda que as comunidades religiosas se posicionem contra o extremismo e a intolerância, permanecendo firmes na luta pela justiça social, dignidade e compreensão mútua.

Foi anunciado ainda que em 22 de março haverá um dia temático na Assembleia, visando “promover a compreensão intercultural para a construção de sociedades pacíficas e inclusivas”, questões que já foram levantadas ano passado no 4 º Fórum da ONU - Aliança das Civilizações em Doha, no Catar.

Fonte - Gospel Prime

Nota Cristo Voltará: Os que deram grande incentivo para que a ONU se envolvesse na união das religiões e igrejas foram o rei da Arábia Saudita e líderes políticos da Rússia. Ou seja, vem basicamente do Islã e de um país ex. comunista. E tem o apoio de grandes líderes mundiais. A intenção é criar condições para a “paz e segurança” no mundo, e esse é o objetivo primeiro no Estatuto da ONU bem como no movimento do Ecumenismo e Diálogo Inter-religioso. A expressão “paz e segurança” vem sendo muito pronunciada nos altos fóruns globais. Porém, se atentar bem para o texto acima, na verdade ele permite perceber que vem pela frente a não tolerância da pregação do evangelho de CRISTO, em seu lugar, uma outra pregação, filosófica e comum entre as religiões e igrejas, associada aos desejos oriundos dos líderes políticos e econômicos.

Fonte: Diário da Profecia

2 comentários:

  1. Olá, boa noite. Discordo da sua opinião. Na verdade, o interesse está em uma tentativa de eliminar, ou pelo menos diminuir os conflitos de caráter religioso que ainda acontecem no mundo. Em pleno século XXI, as pessoas ainda querem impor as suas crenças às outras, afirmando que a sua "verdade" é a única verdade existente, e alimentando o preconceito contra pessoas de outras religiões. Não há interesse da ONU ou qualquer outra organização internacional em reprimir um dogma religioso ou certa religião, e sim, em evitar que um dogma religioso seja motivo para a ocorrência de um conflito entre partes de religiões ou crenças diferentes. Não é, portanto, trazer a intolerância a quem acredita emm Jesus Cristo ou outro líder religioso, e sim, o oposto disso, disseminar a tolerância religiosa pelo mundo. Espero ter ajudado a esclarecer isso.

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    1. Boa noite Nathalia. Em primeiro lugar, a opinião no artigo está assinada pelo blog Cristo Voltará, portanto não foi escrita por mim. Porém não discordo da observação deles. A ONU possui interesses ocultos e próprios, como você poderá encontrar em vários outros artigos aqui no Inquiridor da Verdade.
      Profeticamente falando, Apocalipse fala de uma união de poderes a nível global, o qual é identificado como a concretização daquilo que chamam de Nova Ordem Mundial. Tal Ordem possui três pilares, a saber: um só sistema econômico, um só sistema político e uma só religião. Quanto ao fator "uma religião", não será adotada a religião X ou a Y, e sim uma grande religião de mistério que envolverá todas as correntes filosóficas e religiosas do mundo, um falso sistema de adoração. Tal coisa, sem dúvida, é a negação do evangelho puro de Cristo, e, por fim, Apocalipse fala sobre um tempo de perseguição por parte deste poder àqueles que quiserem seguir a religião sem mácula de Cristo, ao invés da religião da grande Babilônia. É sobre esta visão que está baseado o comentário do blog Cristo Voltará.
      Grande abraço, fique a vontade para ler outros artigos do blog sobre o mesmo assunto e entender sobre o que é que estamos falando, e espero ter esclarecido o ponto em questão.

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