domingo, 27 de maio de 2012

Arqueólogos encontram primeira prova da existência de Belém descrita na Bíblia

Bloco de argila com a inscrição "Bat Lechem" foi localizado em escavações em Jerusalém


Arqueólogos israelenses acharam em Jerusalém um selo de argila com a inscrição "Bat Lechem", a primeira evidência arqueológica da existência de Belém durante o período em que aparece descrito na Bíblia. A informação foi divulgada nesta quarta-feira (23) pela Autoridade de Antiguidades de Israel.

O artefato foi encontrado durante as polêmicas escavações do "Projeto Cidade de David", situado no povoado palestino de Silwán, no território ocupado de Jerusalém Oriental. Trata-se de uma espécie de esfera de argila que se usava para carimbar documentos e objetos, datada entre os séculos VII e VIII a.C.

"É a primeira vez que o nome de Belém aparece fora da Bíblia em uma inscrição do período do Primeiro Templo, o que prova que Belém era uma cidade no reino da Judéia e possivelmente também em períodos anteriores", disse Eli Shukron, responsável pelas escavações, em comunicado oficial.

"A peça é do grupo dos 'fiscais', ou seja, uma espécie de selo administrativo que era usado para carimbar cargas de impostos que se enviavam ao sistema fiscal do reino da Judéia no final dos séculos VII e VIII a.C", contou o especialista.

Fonte: ÉPOCA

Nota: Cada vez mais, a pá dos arqueólogos confirmam a veracidade do relato Bíblico. Até onde o ceticismo conseguirá suportar?
(Marcelo Karma)

sábado, 19 de maio de 2012

Crepúsculo e um espírito terrível


Muito poucas pessoas estão conscientes da verdade chocante de que tanto Stephenie Meyer, autora da saga Crepúsculo, e JK Rowling, autora da série Harry Potter, parecem ter escrito seus romances enquanto os espíritos do mal as dirigiam. Tal como Rowling, Meyer dirigiu seus olhares à nossa juventude vulnerável. O Wall Street Journalinformou que “Crepúsculo tem como alvo a alma coletiva da jovem América, e terá certamente o seu caminho”. Meyer afirma que ela foi obrigada a escrever Crepúsculo depois que a primeira história foi comunicada a ela através de um sonho, em junho de 2003. Meyer admitiu: “Eu acordei (naquele 2 de junho) depois de um sonho muito vívido. No meu sonho, duas pessoas estavam tendo uma conversa intensa no meio da floresta. Uma dessas pessoas era apenas uma garota comum. A outra pessoa era fantasticamente linda, brilhante, era um vampiro. Eles estavam discutindo as dificuldades inerentes ao fato de que (a) eles estavam se apaixonando, enquanto (b) o vampiro estava particularmente atraído pelo cheiro do sangue dela, e estava tendo um momento difícil impedindo-se de matá-la imediatamente [...] eu digitei o máximo que eu podia lembrar, chamando os personagens de ‘ele’ e ‘ela’” (fonte: www.stepheniemeyer.com).

Esse sonho foi tão significativo para a saga de Crepúsculo, que Meyer produziu uma transcrição dele no capítulo 13 do seu livro Crepúsculo, intitulado “Confissões”. “Meyer afirma que algum tempo depois de ela ter ‘recebido’ o sonho revelador, ouviu vozes incessantes em sua cabeça que não iriam parar até que ela fosse escrever. ‘Bella e Edward [o vampiro] foram, literalmente, as vozes na minha cabeça. Eles simplesmente não podiam calar a boca. Eu ficava acordada até o quanto conseguia ficar, tentando colocar todas as coisas que estavam em minha mente no papel, e depois engatinhei exausta para a cama [...] Apenas para ter um início de conversa na minha cabeça.’”

Assim a oculta e obscura história de Meyer fluiu tão furiosamente que ela disse, às vezes, “eu não conseguia digitar rápido o suficiente”. Ela terminou o conto obscuro, embora fosse seu primeiro livro, em apenas três meses. Meyer também disse: “Estou muito ansiosa para finalmente ter o Crepúsculo nas prateleiras, e um pouco assustada também. No geral, ele foi um verdadeiro trabalho de amor, amor por Edward e Bella e todo o resto dos meus amigos imaginários, e estou muito feliz que outras pessoas chegaram a conhecê-los agora.” Meyer declarou também que “os personagens de Crepúsculo eram tão reais para mim, que eu queria que outras pessoas os conhecessem”.

Infelizmente, se a verdade fosse conhecida e os fãs de Crepúsculo estivessem realmente conscientes da natureza obscura e maligna das forças “reais” que estão por trás dessa saga, eles correriam para a saída mais próxima. Embora a entidade espiritual tenha aparecido como Edward, nos sonhos de Meyer, e tenha se comunicado com ela enquanto ela estava consciente, ele revelou mais sobre sua verdadeira natureza do que Meyer esperava.

Meyer confessou a EW.com: “Eu realmente tive um sonho depois que terminei o Crepúsculo, nele Edward veio me visitar, apenas eu estava errada e ele realmente bebia sangue como todos os outros vampiros e não podia viver com o sangue dos animais da maneira que eu tinha escrito. Nós tivemos essa conversa e ele foi aterrorizante.”

Um demônio com qualquer outro nome ainda é um demônio. Em lugar de ser o “um demônio vampiro bom” que é capaz de se conter e não beber o sangue de Bella, como os demônios do passado, que exigiam o sangue das crianças através do sacrifício delas, é evidente que as entidades espirituais por trás de Crepúsculo são os mesmos velhos demônios.

Meyer e o gnosticismo mórmon

Pode ser significativo que Stephenie Meyer escolheu uma mulher segurando uma maçã para a capa de Crepúsculo, um antigo símbolo do fruto proibido comido por Eva, quando ela se rebelou contra seu Criador e procurou ter a posição do próprio Deus. Embora não possamos ter certeza de que tipo de fruto estava na árvore do conhecimento, a maçã se tornou uma representação popular do fruto proibido que Satanás usou para enganar Eva. Meyer, que é mórmon, poderá ver a maçã do jeito que muitos líderes mórmons e satanistas do passado viram. 

Assim como o gnosticismo antigo e a nova espiritualidade, o mormonismo ensina que uma pessoa pode se tornar um deus por meio do conhecimento secreto. Antigos gnósticos veneravam a serpente e celebravam a participação de Eva ao comer o fruto proibido no Éden. Na Igreja Mórmon, uma pessoa consegue atingir a divindade por meio da doação de dinheiro ao templo e de rituais secretos mórmons.

Tragicamente, os líderes mórmons, assim como seus predecessores gnósticos, têm torcido o relato de Gênesis e têm feito da queda de Eva, ao comer o fruto proibido, uma etapa heroica para alcançar a divindade. Os líderes mórmons contradisseram o testemunho do próprio Deus como registrado no livro de Gênesis e ensinaram que Satanás teria dito a verdade a Eva, oferecendo a deificação da humanidade. Brigham Young, o profeta mais reverenciado no mormonismo depois de Joseph Smith, repetiu a mentira de Satanás no Éden, quando declarou: “O diabo disse [a Eva] a verdade [sobre a divindade] [...] Eu não culpo a Mãe Eva. Eu não a teria deixado perder a oportunidade de comer o fruto proibido por qualquer coisa no mundo” (Deseret News, 18 de junho de 1873, no púlpito do Tabernáculo Mórmon, em Salt Lake City, em 8 de junho de 1873).

O ex-presidente mórmon Joseph Fielding Smith declarou: “A queda do homem veio como uma bênção disfarçada [...] eu nunca falei da parte que Eva teve nessa queda como um pecado, nem posso acusar Adão por ter pecado [...] nem sempre é um pecado transgredir a lei [...] Dificilmente podemos olhar para qualquer coisa que resulta em benefícios como se fosse pecado” (Joseph Fielding Smith, Doutrinas de Salvação, v. 1, p. 113-115).

Sterling Sill, adjunto do Conselho dos Doze Apóstolos Mórmons, disse: “Essa antiga doutrina sectária, construída em torno da ideia de depravação natural do homem e da fraqueza herdada de Adão, é a raiz de inúmeros problemas entre nós. Adão foi um dos maiores homens que já viveu na Terra [...] Adão caiu, mas ele caiu na direção certa. Ele caiu em direção à meta [...] Adão caiu, mas ele caiu ‘para cima’” (Deseret News, Church Section, July 31, 1965, p. 7).

Como o antigo gnosticismo, o mormonismo ensina que a desobediência de Adão a Deus e a obediência a Satanás não só abriu-lhe os olhos, mas o potencial dele para compreender “a consciência de Deus” e a verdadeira alegria. Tal ensino, que torna a serpente uma salvadora, é refletido nas Escrituras Mórmons feitas no século 19: “E naquele dia Adão bendisse a Deus dizendo [...] por causa da minha transgressão, meus olhos estão abertos e nesta vida vou ter alegria” (Pearl of Great Price, Book of Moses 5:10-11), e “Adão caiu para que os homens pudessem existir, e os homens existem, para que tenham alegria” (The Book of Mormon, 2 Nephi 2:22-25).

O apóstolo Paulo advertiu os cristãos primitivos a terem cuidado para que Satanás não os seduzisse da mesma forma como seduziu Eva: “Mas temo que, assim como a serpente enganou Eva com a sua astúcia, assim também sejam de alguma sorte corrompidos os vossos sentidos, e se apartem da simplicidade que há em Cristo” (2 Coríntios 11:3).

Fonte: Criacionismo

domingo, 13 de maio de 2012

Futuro presidente dos EUA: Obama ou Mitt Romney? A potência a caminho do juízo divino


Na década de 80 o pastor norte-americano David Wilkerson (foto) escreveu o livro ‘Toca a Trombeta em Sião’, lançado em  1988 no Brasil pela Editora CPAD.
Na obra, o pr. Wilkerson mostrou a trágica realidade do declínio espiritual, da iniquidade e da apostasia no seio da igreja cristã norte-americana. Tais motivos, segundo ele escreveu na ocasião, levarão os EUA à destruição.
“Tudo porque os Estados Unidos continuam pecando, apesar de terem recebido mais luz do que as demais nações. Outras nações são igualmente pecadoras, mas nenhuma outra foi tão inundada da luz do Evangelho quanto os EUA. Deus vai julgar os EUA”, enfatizou Wilkerson nas páginas iniciais de seu livro, onde ele interpreta os EUA como a Grande Babilônia de Apocalipse 17.
David Wilkerson: EUA como a Grande Babilônia de Apocalipe 17
Faz mais de 20 anos que tais palavras foram ditas pelo pastor americano. David Wilkerson partiu para a eternidade em 2011, mas  à medida que o tempo vai passando, ficam mais evidentes que suas palavras foram certeiras. Basta olhar para a rápida deterioração política, social, cultural e espiritual dos EUA.
Existe diferença entre Barack Obama e Miit Rommey? Recomendamos a leitura do artigo “Obama branco apoia adoção de crianças por duplas gays“, publicado no Blog de Julio Severo, onde você verá que os EUA vão, a cada eleição presidencial, entrando em um beco sem saída.
Fonte: Julio Severo
Nota: O pastor David Wilkerson, como cita Julio Severo, acertou em cheio em relacionar os EUA com a grande Babilônia de Apocalipse 17. Ele apenas não teve o vislumbre completo da profecia. A grande Babilônia não são os Estados Unidos em si, mas quem leva o título de "Babilônia, a grande, a mãe das meretrizes e das abominações da Terra" (Apoc. 17:5) é a mulher que se assenta sobre a Besta escarlate. Tal mulher, símbolo de Igreja no Apocalipse, é o Papado. E a Besta escarlate sobre a qual o Papado se assenta, essa sim, representa os Estados Unidos da América.
Se, há vinte anos, o Pastor Wilkerson já dizia que os EUA estavam em declínio espiritual e seriam julgados por Deus, Ellen White, há mais de cem anos, já escrevera sobre o assunto: "O povo dos Estados Unidos tem sido um povo favorecido, mas quando eles restringirem a liberdade religiosa, renunciarem ao protestantismo e apoiarem o papado, a medida de sua culpa estará cheia, e nos livros do Céu será escrito: 'apostasia nacional'". - Eventos Finais, pág. 133.
(Marcelo Karma)

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Você nem vai acreditar no que acreditam os evolucionistas


Os evolucionistas discutem sobre muitas coisas, mas uma coisa que eles concordam é que a ideia deles é um fato científico. É a única posição definitiva, de consenso dentro do pensamento evolucionário. Os evolucionistas dizem que a sua ideia é tanto um fato quanto é a gravidade, a esfericidade de Terra e o heliocentrismo. Essas afirmações começaram logo após o livro de Charles Darwin sobre a evolução foi publicado, e elas têm aumentado dese então.

Essas afirmações são como uma lanterna de luz vermelha indicando um  problema. Pois, é claro, a evolução não é um fato científico. Na verdade, há problemas científicos tremendos com a noção de que algo veio do nada, ou no caso da evolução biológica, que as milhões e milhões de espécies da natureza, com seu design profundo, surgiram espontaneamente estritamente de acordo com a lei natural. A evolução, de uma forma ou de outra, pode, de alguma maneira, ser verdade. Esta é uma questão difícil, pois quem realmente sabe como que surgiu realmente o mundo e toda a biologia?

Todavia, o que não é uma questão difícil é se a ideia é um fato científico. Pois a afirmação de que a evolução é um fato não é uma afirmação sobre o passado distante, mas uma afirmação sobre o nosso conhecimento do passado distante. Nós podemos não saber com certeza o que aconteceu no passado distante, mas nós sabemos com certeza que nós sabemos sobre isso. E nós não sabemos ser a evolução um fato. Nem aproximadamente. Se alguma coisa, nós sabemos que a ideia é grandemente desafiada pela ciência. Ela certamente não é um fato científico. E assim a certeza do evolucionista de que a evolução é um fato é um sinal de metafísica subjacente.

Quando as pessoas acreditam em coisas que elas não entendem e, além disso, insistem em dizer que elas estão certas e todo mundo está errado, e quem ousar questionar a evolução deve ser boicotado, então há um problema. Infelizmente, é isso exatamente que descreve a evolução. Então eis aqui uma pequena amostra das afirmações dos evolucionistas sobre "o fato" da evolução que você nem irá acreditar.

Apoximadamente 30 anos após ter sido publicado o livro de Darwin, o professor de evolução Joseph Le Conte escreveu isto:

"A evolução é, certamente, uma legítima indução a partir dos fatos da  biologia. Mas nós estamos preparados para ir muito além. Nós estamos  confiantes que a evolução é absolutamente certa. Não, na verdade, a evolução como uma teoria especial —Larmarckista, Darwinista, Spenceriana—pois todas essas são maneiras mais ou menos exitosas de explicar a evolução … mas a evolução como uma lei de derivação de formas a partir de formas prévias; a evolução como uma lei de continuidade, como uma lei universal de vir a ser. Neste sentido ela não somente é certa, ela é axiomática. …

Assim também, as origens de novas formas orgânicas podem ser obscuras ou até inexplicáveis, mas nós não devemos por conta disso duvidar que elas tiveram uma causa natural, e surgiram por um processo natural; pois fazer isso é duvidar também da validade da razão, e a constituição racional da Natureza orgânica. A lei da evolução é nada mais do que científica ou, na verdade, o modo racional de pensar sobre a origem das coisas em cada departamento da Natureza. … a lei da evolução é tão certa quanto a lei da gravitação. Nada, ela é muito mais certa …"

Mais recentemente, o evolucionista R. C. Lewontin escreveu isto em uma publicação científica:

"É um fato que todas as formas vivas vieram de formas vivas precedentes. Portanto, todas as formas de vida atuais surgiram de formas ancestrais que eram diferente. As aves surgiram de não aves, e humanos de não humanos. Nenhuma pessoa que pense ter qualquer entendimento do mundo natural pode negar esses fatos mais do que ela ou ele possa negar que a Terra é redonda, gira em seu eixo, e em torno do Sol."

O evolucionista Neil Campbell escreveu isso no seu livro didático de Biologia:

"O termo teoria não é mais apropriado, exceto quando se referir aos vários modelos que tentam explicar como a vida evolui … é importante entender que as atuais questões sobre como a vida evolui, de moo algum implica qualquer desacordo sobre o fato da evolução." 

Eis aqui outro exemplo, do livro didático de Douglas Futuyma:

"Algumas poucas palavras precisam ser ditas sobre a "teoria da evolução," que a maioria das pessoas consideram significar a proposição de seu os organismos evoluíram de ancestrais comuns. Na linguagem do dia a dia, "teoria" frequentemente significa uma hipótese ou até mesmo uma mera especulação. Mas em ciência, "teoria" significa "uma declaração do que  é  considerado ser as leis gerais, os princípios, ou as causas de algo conhecido ou observado" como o Oxford English Dictionary define teoria. A teoria da evolução é um corpo de declarações interconectadas sobre a seleção natural e outros processos que são considerados como causando a evolução, assim como a teoria atômica da Química e a teoria mecânica newtoniana são corpos de declarações que descrevem as causas dos fenômenos químico-físicos. Em contraste, a declaração de que os organismos descenderam com  modificações de ancestrais comuns -a realidade histórica da evolução- não é uma teoria. É um fato, tão plenamente verdadeiro quanto é o fato da Terra girar em torno do Sol. Assim como o sistema heliocêntrico, a evolução começou como uma hipótese, e atingiu o status de "fato" quando a evidência em seu favor se tornou tão forte que nenhuma pessoa instruída e imparcial poderia negar sua realidade. Hoje, nenhum biólogo pensaria submeter um artigo intitulado "Nova evidência a favor da evolução", pois isso simplesmente não tem sido uma questão há um século."

Até a National Academy of Sciences [Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos] declara que a evolução é um fato. Eles explicam que em ciência a palavra “fato” pode ser usada “para significar algo que tem sido testado ou observado tantas vezes que não existe mais razão convincente para continuar testando ou procurar por exemplos. A ocorrência da evolução neste sentido é um fato. Os cientistas não questionam mais se a descendência com modificação ocorreu porque a evidência apoiando a ideia é muito forte.”

No seu livro What Evolution Is, o evolucionista Ernst Mayr escreveu:

"Contudo, por todo o século 19, sempre que as pessoas falavam sobre a  evolução, elas se referiam a ela como uma teoria. Na verdade, no começo, o pensamento de que a vida na Terra poderia ter evoluído era meramente uma especulação. Mas, começando com Darwin em 1859, mais e mais fatos foram descobertos que eram compatíveis somente com o conceito de evolução. Eventualmente, foi amplamente considerado que a ocorrência da evolução era apoiada por uma quantidade impressionante de evidência que ela não podia mais ser chamada de teoria. Na verdade, uma vez que ela era tão bem apoiada pelos fatos assim como era a heliocentricidade, a evolução também tinha que ser considerada como um fato, como a heliocentricidade. …

A evolução é um processo histórico que não pode ser provado pelos mesmos argumentos e métodos pelos quais os fenômenos puramente físicos ou funcionais podem ser documentados. A evolução como um todo, e a explicação de eventos particularmente evolucionários, devem ser inferidos de observações. Tais inferências, subsequentemente, devem ser sempre testadas contra novas observações, e a inferência original ou é falsificada ou considerada fortalecida quando confirmada por todos esses testes. Todavia, a maioria das inferências feitas pelos evolucionistas têm sido, por ora, testadas com êxito tão frequentemente que elas são aceitas como certezas." 

Mayr também conclui:

"É muito questionável se o termo “teoria evolucionária” deva ainda ser usada. Que a evolução ocorreu e ocorre a todo o tempo é um fato tão esmagadoramente estabelecido que se tornou irracional chamá-la de teoria. …

A evolução não é meramente uma ideia, uma teoria, ou um conceito, mas é o nome de um processo na natureza, a ocorrência do qual pode ser documentado por montanhas de evidência que ninguém tem sido capaz de refutar. Algumas destas evidência foi resumida nos capítulos 1-3. Na verdade, é realmente enganoso se referir à evolução como uma teoria, considerando-se as grandes quantidades de evidências que foram descobertas ao longo dos últimos 140 anos documentando sua existência. A evolução não é mais uma teoria, ela simplesmente é um fato."

E no seu livro Why Evolution is True, o evolucionista Jerry Coyne escreveu:

"Bem, quando nós dizemos que a “evolução é verdadeira”, o que nós queremos dizer é que os principais fundamentos do darwinismo foram verificados. Os organismos evoluíram, gradualmente, as linhagens se dividiram em espécies diferentes de ancestrais comuns, e a seleção natural é a principal máquina de adaptação. Nenhum biólogo sério duvida dessas proposições."

Estas são citações representativas da posição consensual dos evolucionistas. Seria difícil de se encontrar exemplos mais óbvios de deturpação de ciência. 


Nota: Volto a dizer que as mentiras e distorções de pessoas que estão contra a verdade me cansam. O evolucionismo nunca passou de uma teoria, e teoria é teoria, não é ciência, pois não pode ser verificada ou reproduzida, constatada e comprovada. Tudo o que se tem são evidências - e evidência por evidência, hoje o criacionismo possui muito mais evidência do que o evolucionismo. Porém, cientificamente falando, tanto evolucionismo quanto criacionismo são apenas teorias.
É evidente, no entanto, que os evolucionistas tentam fazer com que a evolução seja considerada fato, apenas baseado em suas convicções pessoais. O único real motivo que se vê em tais discursos para que o evolucionismo seja considerado fato e ciência, é a insistência motivada por convicção pessoal, e não porque a evolução realmente tenha alcançado o patamar de ciência pelos meios que realmente a levariam a tal lugar - sendo verificada e reproduzida em laboratório.
Realmente, pessoas que tentam insultar minha inteligência com discursos vazios e distorcidos, me cansam. E isso, independente do que estiverem tentando defender. Qualquer um que tenta defender uma ideia com distorções e argumentos mentirosos e manipulativos me cansa, quer esteja defendendo evolucionismo, criacionismo, ateísmo, cristianismo ou qualquer que seja o ismo. Prefiro muito mais as sábias palavras de um certo homem galileu: "Seja, porém, a tua palavra: Sim, sim; não, não. O que isto passar vem do maligno" Mateus 5:37.
(Marcelo Karma)

quarta-feira, 2 de maio de 2012

O criacionismo é cada vez mais hostilizado


Depois de ouvir o comentário distorcido do doutor em Educação Daniel Medeiros, sobre o criacionismo, na CBN Curitiba (clique aqui para ouvir a entrevista), deu para se ter uma noção do que acontecerá daqui para frente. Em suas pesquisas a respeito do poder norte-americano no planeta ao longo da história, o doutor Vanderlei Dorneles coloca os rotulados “fundamentalistas pacíficos” (entre estes, os adventistas) como a bola da vez depois do enfraquecimento dos “fundamentalistas violentos”. Medeiros confunde concessão de emissoras com o direito de uma denominação religiosa ser autorizada a abrir uma escola com pedagogia própria. Ele aproveita essa distorção para defender, equivocadamente, a laicidade do Estado. Duvido que ele algum dia tenha se manifestado contra os feriados de natureza religiosa! Duvido que ele tenha protestado contra o acordo assinado pelo ex-presidente Lula com o Vaticano para implantar aulas de religião dogmática nas escolas públicas! A deturpação venal de Medeiros é tão gritante que ele acusa os criacionistas de se aproveitarem das “brechas no evolucionismo” para declará-lo sem fundamento. Se ele tem o direito de atacar o criacionismo como um mito, então os criacionistas também têm o direito de considerar o evolucionismo tal qual eles acreditam: uma teoria, simplesmente isso, apenas teoria, não totalmente comprovada e, no que diz respeito à macroevolução e ao fator metafísico do modelo – ou seja, o naturalismo filosófico –, tão mitológica quanto a visão que eles têm de qualquer religião. Como Medeiros consideraria a confissão pública do doutor Muniz Sodré, da UFRJ, como membro do candomblé?

Hoje, o programa Liberdade de Expressão discutiu a polêmica republicação do Mein Kampf (Minha Luta), de Adolf Hitler, sob o patrocínio do Estado da Bavária, Sudeste da Alemanha. Os governantes alegam que daqui a três anos o livro cairá em domínio público, ninguém poderá mais reter seus direitos autorais. Qualquer editora poderá republicá-lo. Então, idealizando conter o crescimento do neonazismo na Europa, o Estado resolveu fazer uma edição com comentários críticos, mostrando as consequências do preconceito étnico no país gerados pela política nazista.

Todos os comentaristas da CBN apoiaram a iniciativa, condenada por muitos intelectuais, justificando que se trata de um direito da liberdade de expressão. Ah, tá! Então, quando se trata de jogar para as pessoas um lixo venenoso, interpreta-se como direito individual e coletivo, liberdade de imprensa, de expressão. Todavia, quando se trata de livros criacionistas, “ah, isso não pode”, “isso é perigoso para a ciência”, como assevera o doutor em Educação da UFPR. O que seria mais perigoso para a existência humana: algo que atingisse a ciência ou algo que colocasse em risco as relações entre as etnias?

É bem verdade que a Alemanha nazista detinha o maior conhecimento científico da época. Seu líder até abraçou o vegetarianismo. É bem verdade que, em nome de Cristo, igrejas cristãs provocaram genocídios. Mas está na Bíblia: “Muitos virão em Meu nome... e Eu não Os conhecerei.” Não obstante esses fatos irrefutáveis da história humana, não há como negar que, em nome do nazismo, assassinaram-se milhões; em nome do ateísmo marxista, mataram-se milhões; mas também em nome do criacionismo defendido pelos adventistas, salvaram-se milhões. E muitos países e grandes cidades no mundo agradecem aos adventistas pelo seu programa de saúde, fundamentado nas orientações bíblicas e no conhecimento da própria ciência.

Voltando à entrevista do Dr. Medeiros, gostaríamos de pontuar alguns aspectos:

Medeiros afirma (corretamente), que a ciência se fundamenta na observação, no levantamento de hipóteses, na formulação de uma tese e na demonstração dessa tese. No entanto, deixa de mencionar que, mais de 150 anos depois da formulação da teoria da evolução de Darwin, o cenário macroevolutivo proposto por ele ainda não foi demonstrado, muito pelo contrário, apenas foram feitas observações que sustentam a microevolução (também aceita pelos criacionistas). O resto é extrapolação metafísica. Medeiros diz também que “o aspecto básico da ciência é a possibilidade de ela ser refutada”, e continua: “Apresento uma demonstração que pode ser depois refutada por outra demonstração que se dê no mesmo campo.” Mas e quando o dogma é mais forte que as evidências? O que dizer da origem da informação complexa e específica da qual depende toda forma de vida, desde a mais simples até a mais complexa? Teria surgido do nada, sem uma fonte informante? Como explicar a ordem a partir do caos ou mesmo a existência de tudo a partir do nada? Ok, os darwinistas se sairão com esta: nossa teoria não visa a explicar a origem da vida e sim seu desenvolvimento. Mas se esquecem de que para que o mais apto sobreviva ele teve que “surgir” um dia, e isso continua como mysterium tremendum – muito embora os darwinistas, munidos de modelos de computador e experimentos questionáveis que exigem sempre muito design inteligente, insistam ser fato a origem da vida a partir da não vida.

Em seguida, numa clara demonstração de desconhecimento de causa, Medeiros diz que a Bíblia se trata de “narrativas míticas”. Aí do criacionista que fizesse uma afirmação assim tão superficial e leviana sobre o darwinismo! Medeiros ignora o fato de que a Bíblia contém estilos literários variados, como, por exemplo, profecia, poesia e história. No que diz respeito ao pano de fundo histórico das Escrituras, é sabido que elas são o documento antigo mais confirmado pela arqueologia. Já com respeito a suas profecias, a grande maioria delas está cumprida, e o cumprimento foi preciso. Medeiros sabe disso? Se sabe, ignorou deliberadamente as evidências. Se não sabe, reproduziu discurso de outrem. A CBN convidou um doutor em Educação para falar de educação. Que convide um teólogo para falar da Bíblia.

Medeiros repete uma palavra que vem sendo usada negativamente com certa frequência em nossos dias: “fundamentalismo”. Mas, na definição dele, fundamentalismo se refere à defesa do criacionismo que tem como base o Antigo Testamento (como se os autores do Novo Testamento não fossem criacionistas – basta lembrar que Jesus, Paulo e outras figuras históricas se referiram a Adão e Eva e ao dilúvio, por exemplo, como personagens e evento históricos). Conforme procurei demonstrar nesta palestra (em quatro partes), cada vez mais os criacionistas serão identificados com o fundamentalismo visto como um dos males do mundo atual. Medeiros deu sua contribuição para essa caça às bruxas que está apenas juntando gravetos para a grande fogueira...

O doutor diz mais: “O que a educação adventista fez fere o bom senso porque tenta vender como ciência o que não é e tenta igualar as teorias da evolução e da criação, mas não se trata de algo que possa ser comparado, já que uma é teoria científica e outra uma narrativa bíblica, coisas que não podem ser comparadas.” O ponto de discórdia, neste momento, é o dilúvio. Medeiros deixa de mencionar (porque talvez não saiba) que esse evento catastrófico conta com evidências advindas da geologia, paleontologia, história e outras áreas. Na verdade, inicialmente nem é necessário se valer da Bíblia para demonstrar a ocorrência de uma tremenda catástrofe hídrica ocorrida há alguns milhares de anos. Basta tentar enxergar o assunto com uma cosmovisão diferente da darwinista uniformitarista.

Curiosamente, Medeiros cita Copérnico, Galileu, Descartes, Bacon, Leibniz, Newton e Einstein, e diz que eles trabalhavam uma ciência que vem debatendo democraticamente, refutando teorias, incorporando outras. Esqueceu-se de que, talvez com exceção de Einstein, os demais “pais da ciência” eram todos teístas e sofreram justamente por causa do status quoreligioso-acadêmico-científico de seu tempo. Mas uma coisa não se pode negar (embora alguns tentem esconder): esses cientistas corajosos aceitavam o relato bíblico da criação. Eram eles também fundamentalistas por causa disso? Não fizeram boa ciência porque criam em Deus e na Bíblia?

Mais adiante, Medeiros critica a Sociedade Criacionista Brasileira (que acaba de completar 40 anos no Brasil) e se refere especificamente ao livroEm Seis Dias (sem lhe mencionar o título), que traz o testemunho de cinquenta cientistas criacionistas. “Então não são cientistas!”, vocifera Medeiros. E Copérnico, Galileu, Leibniz e Newton? Também não eram cientistas? E Marcos Eberlin? E um monte de outros cientistas? Para piorar, Medeiros diz ainda que “Einstein tinha limitações determinadas por sua religiosidade”. Que pena... Então, se Einstein não tivesse sido religioso, a ciência teria avançado muito mais? É isso, Medeiros? Na verdade, a ciência deve sua origem às premissas da religião judaico-cristã (confira).

Mais para o fim da entrevista, o doutor sobe o tom: “É um problema muito sério, pois há milhares de pessoas sendo expostas a esse tipo de fundamentalismo. [...] Isso é um embuste, uma falsificação. O criacionismo é uma forma mitológica de relatar a criação do mundo. A ciência tenta buscar demonstrações lógicas, racionais.”

E, finalmente, o doutor conclama: “O Ministério Público e os órgãos responsáveis pela defesa da Constituição e de seus princípios deveriam agir no sentido de que as crianças que assistem a essas aulas estão sendo enganadas do ponto de vista científico. [...] Nós, professores, vocês dos meios de comunicação e o Ministério Público e aqueles que defendem as leis brasileiras deveriam ficam mais atentos a esse tipo de manifestação que se traveste de liberdade religiosa, mas está fazendo uma campanha ideológica bastante funesta para esta geração de jovens que, tadinhos, não têm culpa nenhuma nesse processo todo.”

O que mais falta dizer sobre os criacionistas? Na verdade, já foi dito por Marcelo Gleiser, em 2005 (confira). 

Cremos que não falta muito tempo para que a hostilidade será ainda mais intensa, já que a discussão sobre as origens tem tudo a ver com Apocalipse 14, a batalha final relacionada com adoração e a derradeira controvérsia quanto ao verdadeiro memorial da criação.

Cabe aos professores da rede adventista e todos os demais criacionistas estar prontos para responder àqueles que lhes pedem a razão da fé e fazer isso com bons argumentos, com mansidão e por meio de uma vida coerente com a fé que professam. É justamente esse o desafio que nos faz o apóstolo Pedro em sua primeira carta, capítulo 2, verso 15.

(Ruben Holdorf e Michelson Borges são jornalistas)


Fonte: Criacionismo

Nota: As mentiras e distorções de pessoas que se opõe à verdade cada dia me cansam mais. Que Jesus volte logo para acabar com o império da injustiça que reina sobre o mundo.
(Marcelo Karma)
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