quinta-feira, 28 de junho de 2012

O manifesto da SBG e a Ciência com C maiúsculo


Dr. Marcos Nogueira Eberlin (da Unicamp), que está entre os cientistas brasileiros mais reconhecidos aqui e no exterior, viajou recentemente a Londres para uma reunião da Royal Society of Chemistry. Neste momento, concluídas as reuniões na Inglaterra, está em viagem para Taiwan, a fim de ministrar palestras lá. Num dos intervalos de seus muitos compromissos, respondeu a um e-mail meu [MB] como segue: “A Ciência com C maiúsculo que eu pratico e defendo não fecha com teoria nenhuma: fecha com os dados, fecha com as evidências, fecha com o livre-pensar e questionar. E a Ciência verdadeira debate suas teses e as defende com fatos e não com manifestos apaixonados. Somente teorias equivocadas neles se apoiam. E não foi a genética só, mas a química e a bioquímica, varias áreas da ciência em conjunto, que derrubaram por completo a ideia equivocada, baseada em dados incompletos, de que evoluímos química e bioquimicamente. Foram os dados mais recentes sobre a informação aperiódica funcional na qual a vida se estrutura que derrubaram a possibilidade de forças e leis terem formado a vida. Foi a existência de não somente um código, mas de vários códigos, espetacularmente orquestrados e sincronicamente ajustados, que demonstraram com fatos, e não boatos, que a evolução naturalista ruiu. 

“Não foi somente a existência de códigos, mas a constatação de que esses códigos se encontram zipados, encriptados, otimizados ao seu extremo, dotados de estratégias hiperinteligentes de transmissão e minimização de erros, de compactação de informação através do overlapping genético, dosplicing alternativo, da redundância de códons magistralmente projetada em um código universal para diluir erros e maximizar o conteúdo.

“Foi também o arsenal de máquinas moleculares, as maiores maravilhas de engenharia e nanotecnologia deste Universo, com suas complexidades irredutíveis e suas antevidências geniais. Foi todo um arsenal de provas inequívocas, de uma assinatura indesculpável de design inteligente que nos impelem a admitir o óbvio. Dados brutos, ciência em sua essência, evidências e não retorica que hoje indicam: fomos planejados!

“Doa a quem doer, ofenda a quem ofender, mas a missão maior, o pacto maior de todo cientista é com a Verdade, com o que os dados nos mandam dizer. E a ciência pode, sim, e sabe, sim, detectar design! A ciência tem, sim, formas de discernir entre causas naturais e causas inteligentes. Usamos essas estratégias em várias áreas da ciência, por que proibi-las quando investigamos nossas origens? Só por que alguns de nos não gostam da conclusão a que elas nos levam? Mas cientista não tem gosto, cientista tem obrigações. Academias não defendem teorias, e nem áreas restritas da ciência podem se valer do monopólio da razão sobre as origens da vida e do Universo. 

“Sejamos honestos: desserviço mesmo a este país e aos seus jovens causam os que tentam suprimir o debate; os que tentam manter teorias em pé – quando seus alicerces já ruíram – via manifestos, às vezes anônimos, que tentam confundir teorias cientificas e seus defensores com astrologia e cartomancia!

“A ciência é a busca desapaixonada pela Verdade. Nessa busca, ziguezagueamos, mas a força dos dados eventualmente nos impele a seguir ou a voltar ao caminho certo. O ziguezaguear pela teoria naturalista foi um movimento legitimo da Ciência. Admitir seu equívoco, depois de 150 anos de muito alarde, tem sido por demais doloroso, mas inevitável. Viva, então, os dados, que nos levaram de volta ao caminho certo! Dados que nos indicam, hoje, mais do que nunca antes, com uma avalanche sem precedentes de evidências genéticas, químicas, bioquímicas, matemáticas e fosseis (dos vivos e dos mortos) que uma mente hipermegainteligente, parcimônica e genial arquitetou a vida e o Universo.

“E contra fatos não há manifestos!”


Fonte: Criacionismo

domingo, 24 de junho de 2012

Educação, não aborto, reduz mortalidade materna


Uma análise científica de dados dos últimos 50 anos sobre a mortalidade materna do Chile concluiu que o fator mais importante na redução da mortalidade materna é o nível educacional das mulheres. A equipe do Dr. Elard Koch, da Universidade Católica de Concepción, analisou o efeito sobre a mortalidade materna exercido pelo histórico educacional (escolaridade) e pelas políticas de saúde da mulher, incluindo a legislação que proibiu o aborto no Chile em 1989. Os pesquisadores analisaram os fatores com probabilidade de afetar a mortalidade materna, tais como anos de escolaridade, renda per capita, taxa de fecundidade total, ordem de nascimento, abastecimento de água potável, esgoto sanitário e parto por pessoal qualificado.

“Educar as mulheres aumenta a capacidade que elas têm para acessar os recursos de saúde existentes, incluindo atendentes qualificados para o parto, e leva diretamente a uma redução no seu risco de morrer durante a gravidez e o parto”, diz Koch.

Uma das descobertas mais significativas é que, ao contrário de suposições amplamente sustentadas, tornar o aborto ilegal no Chile não resultou em um aumento da mortalidade materna. Os defensores da legalização do aborto argumentam que a ilegalidade leva as mulheres para clínicas ilegais, o que aumentaria sua mortalidade. Na verdade, após o aborto tornar-se ilegal, em 1989, a Taxa de Mortalidade Materna (TMM) continuou a diminuir de 41,3 para 12,7 por 100 mil nascidos vivos - uma redução de 69,2%. TMM é o número de mortes maternas relacionadas à gravidez, dividido pelo número de nascidos vivos.

“Definitivamente, o status legal do aborto não tem relação com as taxas globais de mortalidade materna”, destacou o Dr. Koch.

Durante o período do estudo - 50 anos -, a Taxa de Mortalidade Materna geral declinou dramaticamente, passando de 270,7 para 18,2 óbitos por 100 mil nascidos vivos entre 1957 e 2007 (93,8%), tornando o Chile um modelo para a saúde materna em outros países.

As variáveis que afetam essa diminuição incluem os fatores previsíveis, como o acompanhamento do parto por atendentes qualificados, nutrição complementar para as mulheres grávidas e seus filhos nas clínicas de cuidados primários e escolas, instalações limpas e fertilidade. Mas o fator mais importante, e aquele que aumentou o efeito de todos os outros, foi o nível educacional das mulheres. Para cada ano adicional de escolaridade materna, houve uma diminuição correspondente na TMM de 29,3 por 100 mil nascidos vivos.


Nota do blog Criacionismo: Para um país que historicamente não investe em educação (Brasil), a legalização do aborto parece o caminho mais fácil. Depois da recente aliança espúria do PT com Paulo Maluf (o homem que vomitou a frase clássica: “Estupra, mas não mata”), o que se pode esperar dos partidos políticos e dos governantes?[Michelson Borges]

Fonte: Criacionismo

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Legalização do aborto para alcançar sustentabilidade?


Organizações não governamentais (ONGs) presentes à Rio+20 defenderam nesta quarta-feira (14) a legalização do aborto como forma de alcançar o desenvolvimento sustentável. Para Alexandra Garita, representante da Internacional Women Health Coalison (Coalisão Internacional pela Saúde das Mulheres), os países devem garantir às mulheres a possibilidade de abortar com segurança e evitar o nascimento de crianças que não terão acesso a saúde, educação e padrões mínimos de qualidade de vida. “As mulheres já abortam hoje e muitas morrem. É importante que elas possam fazer isso com segurança”, afirmou. Garita também defendeu acesso gratuito a métodos contraceptivos e a informações sobre como evitar a gravidez.

O coordenador da Federação Internacional de Estudantes de Medicina, Mike Kamus, também defendeu o aborto como forma de garantir desenvolvimento sustentável. “Do meu ponto de vista pessoal, é preciso garantir o aborto com segurança. Milhares de mulheres morrem tentando abortar. As que levam uma gravidez indesejada até o fim, muitas vezes, não têm condição de dar uma vida de qualidade aos filhos”, afirmou. Segundo ele, é preciso “dar aos jovens o direito de decidir”. [...]

A secretária-geral da International Trade Union Confederation, Sheran Burrow, criticou as medidas adotadas pelos países desenvolvidos diante da crise financeira internacional. A organização representa interesses sociais de trabalhadores de todo o mundo. “Atualmente dois terços da população dizem que as futuras gerações enfrentarão condições piores do que as nossas. As pessoas estão perdendo as esperanças”, afirmou. [...]


Nota Criacionismo: Você pensa que já viu de tudo neste mundo, né? Olha só: para salvar o planeta, matam-se crianças! Como escreveu a jornalista Bianca Oliveira hoje de manhã, no Twitter, “é preferível matar grama a matar crianças”. Além disso, é bom lembrar que incentivar o aborto é crime contra a humanidade. Segundo Sheran Burrow, “atualmente dois terços da população dizem que as futuras gerações enfrentarão condições piores do que as nossas. As pessoas estão perdendo as esperanças”. Como não perder as esperanças num mundo que valoriza mais a grama em que pisa do que a vida humana? A solução está no aborto ou no combate à pobreza e à desigualdade? Aborto ou planejamento familiar e conscientização de que o único sexo seguro é o praticado no contexto matrimonial? Parece que isso dá muito trabalho e vai contra os antivalores pregados pela dita sociedade moderna. Mais fácil mesmo é matar pessoas.[Michelson Borges]

Fonte: Criacionismo

sexta-feira, 8 de junho de 2012

Papa reafirma “importância do domingo”


[...] Perto da conclusão de seu sermão [no Sétimo Encontro Mundial de Família, em Milão, Itália, no último dia 3], o Papa falou sobre o impacto devastador que as teorias econômicas modernas baseadas em um “conceito utilitarista do trabalho, da produção e do mercado” podem ter sobre a família. Tanto o plano de Deus quanto a experiência, declarou ele, mostra que essa “lógica unilateral de lucro máximo e puramente utilitária” não contribui para o bem da pessoa, da família ou da sociedade. “De fato, a mentalidade utilitarista tende a ter um efeito adverso sobre as relações pessoais e familiares, reduzindo-as a uma convergência frágil de interesses individuais e minando a solidez do tecido social.” Uma das maneiras pelas quais as famílias cristãs podem combater essa tendência é garantir que elas guardem o domingo como um dia especial para a família a cada semana. O domingo deve ser um dia “do homem e de seus valores”, separado para a “convivência, amizade, solidariedade, cultura, proximidade com a natureza, brincadeiras, esportes”, disse o Papa.

“Queridas famílias, a despeito do ritmo incessante do mundo moderno, não percam o sentido do Dia do Senhor! Ele é como um oásis onde paramos, a fim de saborear a alegria do encontro com Deus e saciar nossa sede dEle.”[...]


Nota Criacionismo: O dia bíblico do Senhor é o sábado do sétimo dia, e não o primeiro dia da semana (clique aqui para ter mais informações). Em sua cruzada para impor o domingo como dia de repouso, o papa vem se valendo de argumentos simpáticos, como a defesa do meio ambiente e a ajuda para resolver a crise econômica e moral da humanidade. Evidentemente que essas são causas nobres que merecem apoio, mas a maneira como se pretende que elas sejam levadas a cabo acabará excluindo uns poucos que “obedecem aos mandamentos de Deus e se mantêm fiéis ao testemunho de Jesus” (Ap 12:17). Esses seguidores de Jesus, por não aceitarem a santificação de um dia comum da semana, infelizmente serão mal compreendidos e vistos como inimigos da ordem e da paz - fundamentalistas, criacionistas fanáticos, e por aí vai. Quem viver verá.[MB] 

Nota Gilberto Theiss: O objetivo de roma e de muitos evangélicos é escudar o domingo sob a ideia da preservação, salvação e apoio às famílias. Portanto, para que os leitores se situem, se opor ou atacar o domingo será o mesmo que se opor e atacar a família. Neste ínterim, quem se atreverá a fazer tal loucura? Aqueles que se aventurarem a defender o sábado conforme orientado pela palavra de Deus serão acusados de fanáticos e de inimigos da maior de todas as instituições divina - a família. Uma mentira muito bem amparada por uma verdade. Boa estratégia, porém, ledo engano. Os alicerces para a fundamentação da inquisição moderna estão sendo estabelecidos de maneira que ganhe o apoio dos governos, dos ricos, dos pobres e dos mais sensíveis aos valores da família que tem se perdido nesse emaranhado de relativismo cultural, sexual, social e religioso. A lei dominical virá, no entanto, sob a perfeita roupagem da prática do bem, do sagrado e do bom senso.

Fontes:

segunda-feira, 4 de junho de 2012

"Fantástico" faz matéria tendenciosa sobre Aluna expulsa do IABC

Por Marcelo Karma
Estudando há 7 anos em um internato Adventista, já me acostumei a ver muitos casos de desligamento de pessoas do colégio, por conta do descumprimento das regras. Todos os anos isso acontece, e, mesmo quando me formar e já não pertencer mais ao internato, sei que esses casos continuarão a acontecer. 
Pessoas infringindo regras claramente conhecidas e sofrendo as penalidades, isso existe em qualquer lugar. Enquanto o mundo for mundo, sempre haverão pessoas fazendo o que não devem onde não devem. É um mal comum ao ser humano. Infelizmente, outro mal comum que vem logo após este é o fazer-se de vítima, e em seguida, demonizar aquele que lhe aplicou a pena devida pelo seu erro.
A estudante Arianne Pacheco Rodrigues, 19 anos, entrou com uma ação judicial contra o Instituto Adventista Brasil Central (IABC), um colégio interno em Planalmira, distrito de Abadiânia, no interior de Goiás. Expulsa da escola por contato físico, a ex-aluna alega ter sido vítima de “homofobia”. Vejamos aqui, em seguida, parte das normas exposta na Norma da Instituição, a qual é previamente informada e esclarecida ao aluno e aos responsáveis ao contratar os serviços do colégio:
De acordo com o item 8 – Das Faltas Graves -, das Normas Internas da Instituição Adventista, são vedadas ao aluno, dentre outras condutas:

 “furto; uso ou porte de cigarro, bebida alcoólica, droga ou armas; ato sexual; certos tipos de agressões físicas verbais e outras, conforme considere a Comissão para Desenvolvimento Estudantil. (grifo nosso)

   Este mesmo estatuto especifica as faltas que são consideradas graves, listando entre elas “o ato sexual".

A letra ‘h’, do subitem 1.1, do item 1. Itens Gerais, determina que:

“h. Lembre-se de que em seu namoro (que só ocorrerá com a permissão dos pais) não é permitido contato físico, seja nas dependências da escola ou em atividades externas em que você a esteja representando.”
O fato aconteceu em novembro de 2010. A diretoria da escola havia descoberto um envolvimento sexual entre duas alunas, que já estavam cientes das normas religiosas da instituição particular. Após reunião com a comissão disciplinar, os pastores e professores que analisaram cartas de amor trocadas entre as alunas, e ouviram depoimentos de colegas,  decidiram que elas deveriam ser desligadas da instituição.
Arianne alega que as cartas foram obtidas de forma ilegal do seu armário. Porém, a Instituição declara que "A despeito do que alega, as correspondências mantidas entre a autora e a aluna que esta se envolvia, não foram obtidas pela direção da Instituição de forma ilegal ou com arrombamentos de armários, mas absolutamente dentro das normas regimentais do IABC, conforme autoriza as Normas Internas, em sua letra “d”, do subitem 2.1 – Objetos Pessoais, do Item 2. Residenciais, que assim disciplina: “d. Os preceptores poderão, quando necessário, averiguar seu quarto e pertences para garantir o bem estar e a segurança de todos”".
A ex-aluna, que se diz “traumatizada”, entrou com um processo contra a escola logo após ser desligada, exigindo R$ 50 mil de indenização por “danos morais”, e o caso está em andamento na Justiça. Porém, essa figura de "vítima" não condiz com a realidade.
Conforme Ata da Instituição, Arianne já possuía desde sempre comportamento rebelde em relação às regras do colégio:
"Em boa e cristalina verdade a aluna Arianne Rodrigues sempre apresentou comportamento instável no período em que estudava na Instituição Adventista, conforme se pode verificar das ocorrências que foram lançadas em sua pasta estudantil desde 2007.(docs.     )

Pela quantidade das ocorrências absolutamente negativas em anos sucessivos - 2007/2010 -, se pode vislumbrar o desprezo da autora pelas regras de conduta que norteiam a boa convivência no ambiente estudantil.

“Tentativa de faltar as aulas”, “desrespeito aos professores”, “desinteresse pelas aulas”, “falta as aulas”, “conversas em excesso”, “ausência dos deveres de casa”, “notas abaixo da média” e “atrasos aos horários das aulas” faziam parte do cotidiano da autora.

Apesar das oportunidades reiteradas que se concedia a autora, o desprezo e o desrespeito as normas internas eram patentes e reincidentes".

Engraçado é que, essa parte, o Fantástico não teve o mínimo interesse em averiguar. Conveniente, não? Pintar a falsa figura de uma aluna exemplar, que foi injustamente expulsa do colégio sem chance de se defender, como se isso fosse a realidade. Mas esperar veracidade de um veículo da Globo é esperar demais.
A reportagem do Fantástico foi até Orlando para conversar com a ex-aluna e sua mãe e divulgar a “tortura psicológica” supostamente sofrida por Arianne, que se diz vítima de “homofobia”.


O Fantástico quis conhecer a posição da escola, com motivação supostamente imparcial, mas o colégio negou as acusações de “homofobia” lançadas pela ex-aluna e divulgada pela Globo. Wesley Zukowski, diretor da escola adventista, respondeu: “A verdade é que ela infringiu uma regra clara da escola e, por isso, recebeu a sanção do afastamento, a questão da intimidade sexual. O afastamento do aluno independente se é um relacionamento homossexual ou heterossexual. Ele recebe a mesma conseqüência”

Segundo a reportagem do G1, a "verdadeira" motivação da expulsão se encontra escrita na Ata feita pela instituição, e transcreve o texto "postura homossexual reincidente", como se o desligamento tivesse ocorrido apenas pelo fato da garota ser homossexual. Vamos ver o que o texto da Ata diz na íntegra:

"A Instituição Adventista, através de sua Comissão Disciplinar, analisando o caso da autora em 26 de outubro de 2010, decidiu em Ata, votar pela não matrícula da aluna Arianne Pacheco Rodrigues por postura homossexual reincidente e contato físico com meninos e meninas do internato. (Atas 11 e 12, docs.   )"

A "postura homossexual reincidente" se refere à intimidação e tentativa de forçar um relacionamento amoroso com outra menina no internato, conforme escrito na Ata: "Duas alunas, declararam ao diretor interno, Pastor Geraldo Beulke que foram intimidadas e constrangidas pelo comportamento destemperado de Arianne Pacheco que, em determinado momento, tentou forçar F. a um relacionamento amoroso, que foi prontamente rejeitado e, em outro momento, não se importando com a presença de M. no quarto de dormir, mantinha relacionamento íntimo com J. debaixo de cobertores em sua presença. (declarações do diretor interno Geraldo Beulke anexas)" ou seja, a postura homossexual reincidente à qual se refere o documento implica em assédio e contato íntimo na presença de outras alunas, o que é claramente motivo para punição por parte da escola.
A garota foi desligada por "postura homossexual reincidente e contato físico com meninos e meninas do colégio", ou seja, o colégio se refere ao tipo de contato, que foi homossexual e que é reincidente, ou seja, ela praticou mais de uma vez dentro do colégio. E, como diz o restante da frase, houve contato físico tanto com meninos quanto com meninas. Um texto fora do contexto vira a ladainha que o Fantástico mostrou.
Em 7 anos de internato, vi e tenho visto homossexuais estudarem no IASP (Instituto Adventista São Paulo), inclusive em regime de internato, sem, no entanto, sofrerem qualquer tipo de discriminação por conta da direção do colégio. Todos os que cumpriram e cumprem com as normas da instituição permanecem estudando nela até o fim, sem qualquer problema ou preconceito. Porém, ao mesmo tempo, já perdi as contas de quantos heterossexuais foram desligados do internato por contato físico, desde que entrei aqui. É claro que já houveram também casos de desligamento por contato sexual homossexual, mas comparado aos casos de heterossexuais, não chegariam a um terço.
O Fantástico e a Rede Globo são, sabidamente por muitas pessoas, um instrumento de manipulação das massas, de mudança de conceitos e dos costumes da sociedade. Como comenta Júlio Severo em seu Blog, "O Fantástico é o mesmo programa que veiculou a confissão recente de Xuxa se dizendo vítima de abuso sexual e que, constatando a elevada audiência com a confissão, entrou na luta contra a pedofilia. O Fantástico só parece não ter se dado conta de que a Globo, sua produtora, tem um histórico de décadas sexualizando e erotizando as crianças do Brasil. Xuxa, a coelhinha global dos baixinhos, teve papel de destaque nessa sexualização e erotização".
Assim como funcionava como instrumento nas mãos da ditadura militar, hoje serve aos propósitos dos grupos que mais lhe possam dar retorno, entre eles, o PT e a militância Gay. Veja que, segundo Julio Severo, "a oposição à conduta homossexual não é uma atitude restrita aos adventistas, aos evangélicos ou aos católicos. Pesquisa de instituto ligado ao PT apontou, em 2009, que 99 por cento da população do Brasil se opõe, em menor ou maior grau, ao homossexualismo" porém, "em vez de respeitar os sentimentos da vasta maioria da população, o governo petista prefere impor sua própria opinião ideológica pró-homossexualismo. Nesse aspecto, a Globo e outros grandes veículos de comunicação andam de braços dados com o governo, igualmente impondo sobre a população uma visão homossexualista elitista, frontalmente contrária aos sentimentos do Brasil. E agora deixam claro que, usando e abusando de casos isolados, aplicarão o mesmo bullying ideológico em instituições religiosas particulares"
Acredito que isso já é o suficiente para mostrar o quanto é sem nexo e mentirosa a acusação de homofobia da garota, veiculada pelo Fantástico. Ela sabia o que estava fazendo, sabia das regras do colégio, foi expulsa por justa causa, e agora, levianamente, tenta culpar o Instituto por suposta dor ou dano que na verdade  foi causado por ela mesma, pelas consequências de suas próprias escolhas. O Fantástico, como já é de costume distorcer os fatos, pintou a figura da ex-aluna como a pobre vítima do colégio "medieval" e homofóbico, mas quando se vê as reais ocorrências dentro da Instituição pelos registros do colégio, percebe-se que a reportagem foi feita de maneira tendenciosa e inverossímil. 


Com informações do G1 da Globo e do Blog Julio Severo.


Fontes: 
http://g1.globo.com/goias/noticia/2012/06/aluna-expulsa-por-namorar-colega-acusa-colegio-de-homofobia-em-go.html
http://jadesousa.blogspot.com.br/2012/06/postura-da-iasd-diante-do-caso-da-ex.html
http://juliosevero.blogspot.com.br/2012/06/aluna-expulsa-por-praticar-lesbianismo.html

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Lanterna Verde, novo herói gay, voa para fora do armário

Forte, destemido, dono de um anel considerado a arma mais poderosa da galáxia e gay. O Lanterna Verde é o mais novo herói a voar para fora do armário, revelou nesta sexta-feira a DC Comics. O personagem, que apareceu nos quadrinhos pela primeira vez em 1940, vai reaparecer como gay no segundo número da HQ "Earth 2" (Terra 2). A revista será lançada nos Estados Unidos na próxima quarta-feira.     
A revelação virá junto com a reapresentação do super-herói em meio à "reinicialização" do universo ficcional DC no ano passado, quando a editora responsável pelas histórias do Super-Homem, Mulher-Maravilha, Batman e Robin, entre outros heróis, decidiu recomeçar a contar as aventuras de cada um deles do início, quando eram jovens.
Tendência – Ao anunciar que o Lanterna Verde é gay, a DC confirma uma tendência que ganhou força recentemente nos quadrinhos e já está sendo chamada pela imprensa especializada americana de "explosão do orgulho arco-íris", em referência às cores da bandeira do movimento LGBT. Concorrente da DC, a Marvel Comics publicou na semana passada, na revista Astonishing X-Men, um pedido de casamento do super-herói Northstar a seu namorado – a próxima edição da HQ mostrará o matrimônio dos dois heróis do mesmo sexo. 
Nem mesmo heróis ultrapopulares escaparam. Recentemente, o roteirista de HQ Grant Morrison afirmou que Batman é gay. "Não estou usando o termo gay de modo pejorativo, mas a verdade é que Batman é muito, muito gay", disse à Playboy americana.
A onda de heróis de quadrinhos saindo do armário ocorre exatamente depois que o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, anunciou que é a favor do casamento entre pessoas do mesmo sexo.
Fonte: Veja
Nota: A execução da agenda gay por meio dos veículos midiáticos se torna cada vez pior. A tentativa de doutrinar crianças e adolescentes através de figuras de heróis é mais um esforço para enfiar goela abaixo a ideia da naturalidade do homossexualismo. Se a maioria dessas revistas já não faziam bem, agora há mais um bom motivo para não comprá-las.
Como já é de costume, a mídia comprada e o governo dos EUA alimentam cada vez mais a militância que pretende estabelecer uma ditadura gay, em que aqueles que não concordam com o estilo de vida homossexual não tem direito a liberdade de expressão e nem religião, e devem ir para a cadeia. Entenda-se CRISTÃOS por esses que devem perder os direitos, pois com os Muçulmanos (que também são contra o homossexualismo) ninguém tem coragem de supor em tocar nos seus direitos. Por que será? Será que é porque os Cristãos são contrários à violência, e já os Muçulmanos tem a violência como uma forma legal de proteger seus interesses religiosos? 
(Marcelo Karma)
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...