segunda-feira, 4 de junho de 2012

"Fantástico" faz matéria tendenciosa sobre Aluna expulsa do IABC

Por Marcelo Karma
Estudando há 7 anos em um internato Adventista, já me acostumei a ver muitos casos de desligamento de pessoas do colégio, por conta do descumprimento das regras. Todos os anos isso acontece, e, mesmo quando me formar e já não pertencer mais ao internato, sei que esses casos continuarão a acontecer. 
Pessoas infringindo regras claramente conhecidas e sofrendo as penalidades, isso existe em qualquer lugar. Enquanto o mundo for mundo, sempre haverão pessoas fazendo o que não devem onde não devem. É um mal comum ao ser humano. Infelizmente, outro mal comum que vem logo após este é o fazer-se de vítima, e em seguida, demonizar aquele que lhe aplicou a pena devida pelo seu erro.
A estudante Arianne Pacheco Rodrigues, 19 anos, entrou com uma ação judicial contra o Instituto Adventista Brasil Central (IABC), um colégio interno em Planalmira, distrito de Abadiânia, no interior de Goiás. Expulsa da escola por contato físico, a ex-aluna alega ter sido vítima de “homofobia”. Vejamos aqui, em seguida, parte das normas exposta na Norma da Instituição, a qual é previamente informada e esclarecida ao aluno e aos responsáveis ao contratar os serviços do colégio:
De acordo com o item 8 – Das Faltas Graves -, das Normas Internas da Instituição Adventista, são vedadas ao aluno, dentre outras condutas:

 “furto; uso ou porte de cigarro, bebida alcoólica, droga ou armas; ato sexual; certos tipos de agressões físicas verbais e outras, conforme considere a Comissão para Desenvolvimento Estudantil. (grifo nosso)

   Este mesmo estatuto especifica as faltas que são consideradas graves, listando entre elas “o ato sexual".

A letra ‘h’, do subitem 1.1, do item 1. Itens Gerais, determina que:

“h. Lembre-se de que em seu namoro (que só ocorrerá com a permissão dos pais) não é permitido contato físico, seja nas dependências da escola ou em atividades externas em que você a esteja representando.”
O fato aconteceu em novembro de 2010. A diretoria da escola havia descoberto um envolvimento sexual entre duas alunas, que já estavam cientes das normas religiosas da instituição particular. Após reunião com a comissão disciplinar, os pastores e professores que analisaram cartas de amor trocadas entre as alunas, e ouviram depoimentos de colegas,  decidiram que elas deveriam ser desligadas da instituição.
Arianne alega que as cartas foram obtidas de forma ilegal do seu armário. Porém, a Instituição declara que "A despeito do que alega, as correspondências mantidas entre a autora e a aluna que esta se envolvia, não foram obtidas pela direção da Instituição de forma ilegal ou com arrombamentos de armários, mas absolutamente dentro das normas regimentais do IABC, conforme autoriza as Normas Internas, em sua letra “d”, do subitem 2.1 – Objetos Pessoais, do Item 2. Residenciais, que assim disciplina: “d. Os preceptores poderão, quando necessário, averiguar seu quarto e pertences para garantir o bem estar e a segurança de todos”".
A ex-aluna, que se diz “traumatizada”, entrou com um processo contra a escola logo após ser desligada, exigindo R$ 50 mil de indenização por “danos morais”, e o caso está em andamento na Justiça. Porém, essa figura de "vítima" não condiz com a realidade.
Conforme Ata da Instituição, Arianne já possuía desde sempre comportamento rebelde em relação às regras do colégio:
"Em boa e cristalina verdade a aluna Arianne Rodrigues sempre apresentou comportamento instável no período em que estudava na Instituição Adventista, conforme se pode verificar das ocorrências que foram lançadas em sua pasta estudantil desde 2007.(docs.     )

Pela quantidade das ocorrências absolutamente negativas em anos sucessivos - 2007/2010 -, se pode vislumbrar o desprezo da autora pelas regras de conduta que norteiam a boa convivência no ambiente estudantil.

“Tentativa de faltar as aulas”, “desrespeito aos professores”, “desinteresse pelas aulas”, “falta as aulas”, “conversas em excesso”, “ausência dos deveres de casa”, “notas abaixo da média” e “atrasos aos horários das aulas” faziam parte do cotidiano da autora.

Apesar das oportunidades reiteradas que se concedia a autora, o desprezo e o desrespeito as normas internas eram patentes e reincidentes".

Engraçado é que, essa parte, o Fantástico não teve o mínimo interesse em averiguar. Conveniente, não? Pintar a falsa figura de uma aluna exemplar, que foi injustamente expulsa do colégio sem chance de se defender, como se isso fosse a realidade. Mas esperar veracidade de um veículo da Globo é esperar demais.
A reportagem do Fantástico foi até Orlando para conversar com a ex-aluna e sua mãe e divulgar a “tortura psicológica” supostamente sofrida por Arianne, que se diz vítima de “homofobia”.


O Fantástico quis conhecer a posição da escola, com motivação supostamente imparcial, mas o colégio negou as acusações de “homofobia” lançadas pela ex-aluna e divulgada pela Globo. Wesley Zukowski, diretor da escola adventista, respondeu: “A verdade é que ela infringiu uma regra clara da escola e, por isso, recebeu a sanção do afastamento, a questão da intimidade sexual. O afastamento do aluno independente se é um relacionamento homossexual ou heterossexual. Ele recebe a mesma conseqüência”

Segundo a reportagem do G1, a "verdadeira" motivação da expulsão se encontra escrita na Ata feita pela instituição, e transcreve o texto "postura homossexual reincidente", como se o desligamento tivesse ocorrido apenas pelo fato da garota ser homossexual. Vamos ver o que o texto da Ata diz na íntegra:

"A Instituição Adventista, através de sua Comissão Disciplinar, analisando o caso da autora em 26 de outubro de 2010, decidiu em Ata, votar pela não matrícula da aluna Arianne Pacheco Rodrigues por postura homossexual reincidente e contato físico com meninos e meninas do internato. (Atas 11 e 12, docs.   )"

A "postura homossexual reincidente" se refere à intimidação e tentativa de forçar um relacionamento amoroso com outra menina no internato, conforme escrito na Ata: "Duas alunas, declararam ao diretor interno, Pastor Geraldo Beulke que foram intimidadas e constrangidas pelo comportamento destemperado de Arianne Pacheco que, em determinado momento, tentou forçar F. a um relacionamento amoroso, que foi prontamente rejeitado e, em outro momento, não se importando com a presença de M. no quarto de dormir, mantinha relacionamento íntimo com J. debaixo de cobertores em sua presença. (declarações do diretor interno Geraldo Beulke anexas)" ou seja, a postura homossexual reincidente à qual se refere o documento implica em assédio e contato íntimo na presença de outras alunas, o que é claramente motivo para punição por parte da escola.
A garota foi desligada por "postura homossexual reincidente e contato físico com meninos e meninas do colégio", ou seja, o colégio se refere ao tipo de contato, que foi homossexual e que é reincidente, ou seja, ela praticou mais de uma vez dentro do colégio. E, como diz o restante da frase, houve contato físico tanto com meninos quanto com meninas. Um texto fora do contexto vira a ladainha que o Fantástico mostrou.
Em 7 anos de internato, vi e tenho visto homossexuais estudarem no IASP (Instituto Adventista São Paulo), inclusive em regime de internato, sem, no entanto, sofrerem qualquer tipo de discriminação por conta da direção do colégio. Todos os que cumpriram e cumprem com as normas da instituição permanecem estudando nela até o fim, sem qualquer problema ou preconceito. Porém, ao mesmo tempo, já perdi as contas de quantos heterossexuais foram desligados do internato por contato físico, desde que entrei aqui. É claro que já houveram também casos de desligamento por contato sexual homossexual, mas comparado aos casos de heterossexuais, não chegariam a um terço.
O Fantástico e a Rede Globo são, sabidamente por muitas pessoas, um instrumento de manipulação das massas, de mudança de conceitos e dos costumes da sociedade. Como comenta Júlio Severo em seu Blog, "O Fantástico é o mesmo programa que veiculou a confissão recente de Xuxa se dizendo vítima de abuso sexual e que, constatando a elevada audiência com a confissão, entrou na luta contra a pedofilia. O Fantástico só parece não ter se dado conta de que a Globo, sua produtora, tem um histórico de décadas sexualizando e erotizando as crianças do Brasil. Xuxa, a coelhinha global dos baixinhos, teve papel de destaque nessa sexualização e erotização".
Assim como funcionava como instrumento nas mãos da ditadura militar, hoje serve aos propósitos dos grupos que mais lhe possam dar retorno, entre eles, o PT e a militância Gay. Veja que, segundo Julio Severo, "a oposição à conduta homossexual não é uma atitude restrita aos adventistas, aos evangélicos ou aos católicos. Pesquisa de instituto ligado ao PT apontou, em 2009, que 99 por cento da população do Brasil se opõe, em menor ou maior grau, ao homossexualismo" porém, "em vez de respeitar os sentimentos da vasta maioria da população, o governo petista prefere impor sua própria opinião ideológica pró-homossexualismo. Nesse aspecto, a Globo e outros grandes veículos de comunicação andam de braços dados com o governo, igualmente impondo sobre a população uma visão homossexualista elitista, frontalmente contrária aos sentimentos do Brasil. E agora deixam claro que, usando e abusando de casos isolados, aplicarão o mesmo bullying ideológico em instituições religiosas particulares"
Acredito que isso já é o suficiente para mostrar o quanto é sem nexo e mentirosa a acusação de homofobia da garota, veiculada pelo Fantástico. Ela sabia o que estava fazendo, sabia das regras do colégio, foi expulsa por justa causa, e agora, levianamente, tenta culpar o Instituto por suposta dor ou dano que na verdade  foi causado por ela mesma, pelas consequências de suas próprias escolhas. O Fantástico, como já é de costume distorcer os fatos, pintou a figura da ex-aluna como a pobre vítima do colégio "medieval" e homofóbico, mas quando se vê as reais ocorrências dentro da Instituição pelos registros do colégio, percebe-se que a reportagem foi feita de maneira tendenciosa e inverossímil. 


Com informações do G1 da Globo e do Blog Julio Severo.


Fontes: 
http://g1.globo.com/goias/noticia/2012/06/aluna-expulsa-por-namorar-colega-acusa-colegio-de-homofobia-em-go.html
http://jadesousa.blogspot.com.br/2012/06/postura-da-iasd-diante-do-caso-da-ex.html
http://juliosevero.blogspot.com.br/2012/06/aluna-expulsa-por-praticar-lesbianismo.html

28 comentários:

  1. O IABC foi ingênuo, poderia tê-la desligado por má conduta, agora ela vai abrir uma ação contra a instituição. Parece que o IABC não lê jornais..., a militância gay está louca pra fazer uma vítima, Martha quer a provar a lei de homofobia, e ai os responsaveis pelo IABC poderia ir até para cadeia. Claro que não há homofobia, nós sabemos, mas a Rede Globo e outras emissoras à serviço de Satanás estão loucos para manter a desordem.

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    1. Não acredito que a direção do IABC foi ingênua, pelo contrário. O colégio nunca teve intenção de desligar a garota antes, mesmo com seu mau comportamento. Como convém a uma instituição Adventista e Cristã, tentaram ajudá-la e dar outras chances a ela, até que ela passou dos limites. O motivo da existência de colégios como o IABC é para salvar almas, e não simplesmente para dar formação acadêmica. Eles lidaram com a "má conduta" dela até onde puderam, para poder ajudá-la, assim como me canso de ver acontecendo aqui no IASP, muitas vezes o colégio dá chances a alunos com má conduta, para tentar salvá-lo.
      O processo vai a julgamento agora, mas as evidências são grandes em favor da Instituição. Lembremos também que, apesar de militância gay, Marta Suplicy, Rede Globo e Satanás estarem ferozmente tentando atacar, Deus é "quem muda o tempo e as estações, remove reis e estabelece reis" e "não há quem possa Lhe deter a mão, nem lhe dizer: Que fazes?" Daniel 2:21; 4:35.
      O fim está próximo, mas o mundo não está sem o domínio de um Deus.

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  2. Eu concordo com vc, contudo o que quero dizer é que deixaram brechas para outro entendimento, o da homofobia esse é o problema. Ler cartas de outra pessoa é crime, seja onde for, isso pode complicar a instituição, eu estou de acordo contigo, mas deveriam ser mais cautelosos, isso é que eu quis dizer. A IABC até pode provar na justiça que não houve o que dizem, mas a Globo diz o que quer, percebe, é ai o problema e o nome da IASD vai estar envolvido, esse é um assunto muito delicado, Espero que saia tudo bem.

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    1. Segundo o contrato que é assinado pelos pais, estes aceitam as normas do colégio, o que inclui a vistoria de objetos pessoais, até mesmo do conteúdo de computadores pessoais. Seria crime ler as cartas, caso não houvesse previamente a aceitação desse termo do contrato.
      Acredito que a IASD não será lesada por isso, pelo contrário. O povo não é burro, as Instituições Adventistas são muito prestigiadas no nosso país, e há muito tempo tem dado bom testemunho às pessoas. Casos isolados e mentirosos como esse não vão atrapalhar a obra. Deus é maior.

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  3. Bom... assim como você estudei 8 anos em colégio interno, tive o pastor Wesley Zucowski como diretor interno, já levei até algumas ocorrências dele, mas mesmo assim, todo mundo que entra ali, por livre e espontânea vontade sabe bem das regras, e acredito que o IABC está muito bem orientado e respondendo muito bem as acusações! É muito fácil falar no Fantástico o que convém, mas na realidade, creio que as provas são muito débeis, uma aluna revoltada, infringindo normas do colégio quer ganhar 50 mil, creio que a TV por possuir maiores recursos deveria ter pelo menos lido tudo o que estava envolvido na expulsão da garota, além disso, quero ver se o IABC ganha a causa, quero ver o Fantástico se retratar.. eles não fariam isso nunca... concordo com todo o seu texto... e creio que todos aqueles que tiveram boas experiencias em colégio interno.. que são muiiitooosss devem de alguma maneira se sensibilizar com esta história...

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    1. É como disse no texto... a Globo não está interessada na verdade. Está interessada em apoiar a agenda Gay e o PT. O caso dessa garota só teve enfoque agora, porque ajuda a "demonizar" os Cristãos e a "santificar" os homossexuais supostamente vítimas de homofobia por parte da Cristandade. Jamais o Fantástico se retrataria de alguma coisa. Mas eu também acredito, como você, que há muito mais gente que gosta da Educação Adventista e que guarda um bom testemunho dos nossos colégios.

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  4. Eu já fui aluno do IABC e estudo na UNASP e sei muito bem das regras dessas instituições, que são um padrão pelo Brasil todo, e cada aluno e pessoa que entra nessas instituições sabem e são avisadas sobre as regras... E como o Marcelo falou, realmente a globo só quer acabar com a dignidade de anos e anos dessas instituições. Sou totalmente contra a globo e tudo o que passa nela... E acho que as novelas são uma forma de incentivar ainda mais esse tipo de ato em qualquer lugar. Lembro-me ainda hj, e olha que nem sou tão velho assim, que na minha época de criança e adolescente, se algum hetero ficasse beijando na rua ou esquina, era um absurdo. Agora onde você vai tem homossexuais se beijando e se pegando e as crianças passando e vendo esse tipo de cena. O que vocês acham q passam nas cabecinhas dessas crianças? É triste mas essa é a realidade. O fim está próximo, mais próximo do que imaginamos.

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  5. Sim, há regras em todo colégio interno, assim como em qualquer escola, para o bem de todos, porque senão seria um caos total. Mas, quais foram as provas que o diretor usou para expulsar a menina? Uma fofoquinha das coleguinhas bobinhas? Até onde eu sei, isso não é prova. As cartas de amor, certamente, conhecendo o colégio como conheço (fui aluna do UNASP por 4 anos) foram conseguidas sem o consentimento da aluna, o que a lei nacional chama de invasão de privacidade. Não foi dada a ela a chance de se defender, o que também vai contra a lei. Na ata de expulsão, o motivo é: COMPORTAMENTO HOMOSSEXUAL, o que não é só preconceito como crime. Cabe a Deus e somente a ele julgar quem tá certo e quem tá errado, do ponto de vista espiritual. O nosso dever, como cristãos é amar ao próximo e eu acredito que a atitude tomada em relação a essa menina não tenha tomado essas proporções. Eu não me conformo com essas atitudes tomadas pelas instituições adventistas. Está errado de acordo com a lei dos homens e tá errado de acordo com as leis de Deus, pois ela deixa clara: AMARÁS O TEU PRÓXIMO COMO A TI MESMO. Amar mais e julgar menos, por favor! A igreja tá errada quanto a isso! Não está preparada para lidar com os homossexuais e acredito que nunca estará. Homossexualismo não é doença nem condição, nem distúrbio e nem nada disso. Por favor, mais amor!

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    1. Ao ler esse seu comentário, a primeira impressão que me dá é que você não leu nem uma linha do artigo acima. Mas vamos lá.
      Primeiro que as cartas foram obtidas dentro do regulamento da escola (o colégio pode vistoriar quartos, armários e pertences pessoais, é parte da norma e os responsáveis assinam o termo aceitando tal procedimento). Na ata de expulsão não está escrito "comportamento homossexual" como motivo, e sim "postura homossexual reincidente e contato físico com meninos e meninas do colégio", tendo como "postura homossexual reincidente" o contexto claramente explicado no conteúdo da ata, que é o seguinte: "Duas alunas, declararam ao diretor interno, Pastor Geraldo Beulke que foram intimidadas e constrangidas pelo comportamento destemperado de Arianne Pacheco que, em determinado momento, tentou forçar F. a um relacionamento amoroso, que foi prontamente rejeitado e, em outro momento, não se importando com a presença de M. no quarto de dormir, mantinha relacionamento íntimo com J. debaixo de cobertores em sua presença. (declarações do diretor interno Geraldo Beulke anexas)". É a isso que se refere a frase "postura homossexual reincidente", não é pelo fato da garota ser homossexual, e sim pelo procedimento de forçar um relacionamento e ter relações íntimas na frente de outra aluna.
      Com certeza não foram "fofoquinhas" de coleguinhas que causaram a expulsão, e sim o mau comportamento da ex-aluna.
      O IABC não está errado nem na lei dos homens, quanto menos na lei de Deus, pois deu várias chances para a garota, durante 4 anos, para tentar ajudá-la. Exatamente pelo "Amarás o teu próximo como a ti mesmo" é que ela não foi desligada da escola antes. E durante os 4 anos ela teve o mesmo mau procedimento, até passar dos limites e ter de ser desligada.
      Não houve "homofobia" (que é doença, gera agressão verbal e física), nem crime em momento algum.
      Quanto à Igreja estar preparada ou não para lidar com Homossexuais: a Igreja não apóia nem nunca apoiará o homossexualismo, mas isso não implica em discriminar homossexuais. O homossexualismo é um pecado perante Deus, mas não é o único pecado existente, e a Igreja é o lugar onde todos os pecadores são chamados a buscar a Deus para que este nos salve do pecado.
      A Igreja, enquanto lida com o ser humano, deve acolher e amar o pecador, mas jamais condescender com o pecado. É essa a instrução de Deus, quer seja para o pecado do homossexualismo, quer seja para qualquer outro tipo de pecado.

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    2. Marcelo não estamos contra a IASD, pelo contrário. Mas veja, as regras da IABC não estão acima das leis do estado nem da constituição. Muitos contratos entre pessoas por exemplo, são fácilmente quebrados porque não estão de acordo com a lei. Este é o ponto onde eu disse que ingenuidade, se como disse a Bruna o motivo da expulsão foi comportamento homossexual, a IABc vai acabar mal eu creio, espero que não, e o nome da IASD vai entrar no meio, o que é pior. Essa gente está louca por um motivo, poderia ter dado quaquer outro motivo e não seria mentira pois a IABC tem motivos. Sei que vc quer defender a IABC, e eu a IASD, mas temos que ser cautelosos. Abraço

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    3. Em primeiro lugar, não creio que as cláusulas das normas do IABC tenham algo de inconstitucional. Eles não são "ingênuos" de fazer algo sem consulta aos meios legais. E as normas de vistoria de quartos e objetos pessoais é algo presente em todos os internatos Adventistas, ou seja, não foi formulado apenas por uma mente isolada que não sabia sobre a constituição.
      Em segundo lugar, o motivo da expulsão está bem claro no artigo e aqui na resposta que dei, portanto, dizer qualquer coisa de novo é chover no molhado.
      Não quero defender o IABC aqui. O que quero é a verdade. Se, de fato, a direção do IABC tivesse agido de forma injusta e preconceituosa com a garota, eu jamais iria apoiar tal conduta do colégio. Mas aqui há uma mentira e uma tentativa de manipulação, e quanto a isso não posso ficar calado.

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    4. Marcelo, não creio que a IABC tenha sido preconceituosa, podem ter errado, mas não são preconceituosos, eu entendo o que eles fizeram, de verdade entendo. O que acho é que usando um termo bem popular e até chulo: "deram mole". Estão dando de bandeja oportunidade para falarem, e neste caso até processarem a instituição. Há uma militância gay, que tem uma agenda, que é diferente do homosexual pelo qual temos que ter compaixão. A militânciua gay, independente de serem gay, tem um proposito malefico, assim como feministas, ecologistas progressistas, é a isso que me refiro, irão usar de tudo para desqualificar a Igraja de Deus,a menina dos ólhos de Deus. Por outro lado isso não faz de dirigentes da IABC e qualquer outra intituição adventista ou não, gente infelível. Abraço e espero que tudo saia bem para a Instituição.

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    5. Eu entendo sua posição desde o começo, Chacon. Conheço bem a militância Gay, que é completamente diferente dos homossexuais comuns. São um grupo muito mais político, do que homossexual de fato, e o que querem é poder. Sei que o caso dessa garota só teve o enfoque da Globo por conta da militância Gay.
      Porém, se toda vez que a militância Gay atacar algum Cristão ou alguma instituição cristã, for porque eles "deram mole", então não tem mais quem não esteja dando mole, porque até em casos que não há de onde tirar um argumento, se inventa calúnias, como no do IABC. Não penso que eles deram mole. Deveriam ter expulso a garota alegando outro motivo que não envolvesse de alguma forma a palavra "homossexual"? Acho que não, seria inclusive desonesto se fizessem isso. Ela teve contato físico e sexual reincidente, ponto final, esse foi o motivo, e foi com uma namorada, não com um namorado. Fazer o que, foi com uma menina, não podiam mudar isso só para que não existisse uma certa "brecha" para que dissessem que era por homofobia.
      Com brecha ou sem brecha, a militância Gay vai acusar do mesmo jeito. Mas não acredito que houve brecha por parte do IABC, não tinha como lidar de outra maneira.
      De fato, Satanás tem tentado destruir o evangelho de todas as maneiras possíveis. É aí que nós devemos clamar ao único que tem poder para conter isso, que é Deus. Pelas nossas forças, não podemos vencer essa batalha, pois ela não é contra militância Gay, feministas, esquerdistas ou quem quer que seja, é contra Satanás e seus anjos.
      O que nós resta é não calar a voz, mesmo diante do poder opressor dessas organizações, e proclamar a verdade.
      Abraço, tenhamos fé que Deus fará o que for melhor. Ele está no comando.

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    6. Concordo plenamente, Bruna! Sou heterossexual, estudei a vida inteira em escola adventista, respeito e defendo a instituição. Mas nesse ponto eles estão errados. Não estão preparados para tratar a questão do homossexualismo! Amar mais e julgar menos!

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    7. Se puder me dizer onde estão errados, e onde não estão preparados, ficaria mais fácil para entender seu ponto de vista. Dizer apenas que estão errados, sem argumentar, fica vago demais. E, de preferência, não "chova no molhado", como já fizeram aqui, repetindo argumentos que já foram explicados.
      Abraço.

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    8. Bruna, sua resposta em nada acrescenta ao caso, seus comentários foram fora de contexto. Regras são regras. A instituição não feriu nenhuma regra contra a EX-aluna, foi a EX-aluna que desrespeitou o regimento interno. Não quer ou não é a favor destes regulamentos, quem quer que seja esteja livre para sair e buscar outra instituição que lhe caiba em seu perfil! E não misture o caso com "falta de amor", pois com certeza não lhe faltaram oportunidades, aconselhamentos e até mesmo atos disciplinares no objetivo de resgatar sua condição de aluna regular. O que vejo da EX-aluna é oportunismo. E espero que os pseudo-cristãos acima que defendem que a Igreja e suas instituições, em nome do "homossexualismo aceitável", permitam que princípios (conforme o Lei Divina) e regulamentos (que não violam os direitos constitucionais de quem os respeitam) sejam pisados! Ora, a instituição pode ser inquirida na justiça e até perder a causa, mas jamais deverá se curvar a nenhuma situação que se oponha a Lei de Deus! Respeitar o homossexual e seus direitos como ser humano, sim. Aceitar o homossexualismo como prática normal e aceitável perante Deus, desculpe-me, mas é coisa de "pseudo cristão". E não estou "julgando", pois segundo Romanos 1, DEUS MESMO JÁ JULGOU OS ATOS HOMOSSEXUAIS E OS CONDENOU! Há esperança e pérdão para TODOS OS PECADORES (não importa o que fizeram), mas estes pecadores precisam de ARREPENDIMENTO, ABANDONO E CONFISSÃO! Ou será que teremos que rasgar a Bíblia, agora? Francamente, estão usando o amor como desculpa para sermos permissiosos! Não me preocupa a mídia global ou a opinião pública. Pra mim, Atos 5:39 é o que basta!

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  6. Pessoal, não é a Globo... olhem direito!
    Para que a lei dominical e, a perseguição a oposição a ela aconteça, antes a imagem da IASD precisa ser danificada. É o fim do tempo do fim minha gente, não há o que fazer pra tentar mudar isso. Só há o que fazer para garantir estarmos do lado dos ensinos de Deus. Em paz sigamos para frente e para o alto. Forte abraço em tds! Pôli

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  7. Qualquer pessoa até com baixa instrução falaria contra essa postura impositória dessa escola, quanto mais nós, educadores!!! Não importa se o Fantástico faz parte da Rede Globo ou não, que é outra empresa nojenta! O fato é que, nesse momento, ela falou um fato preocupante: a escola deve ou não ser inclusiva??? O que diz sua missão? O que faria Jesus? E a Constitução, o que diz? Creio que este é um ponto muito sério, pra gente poder sair por aí apenas falando "Que coisa tendenciosa o que o Fantástico faz..." ou "Ah, mas isso só podia vir da Globo, então é mentira!" As coisas acontecem debaixo do nosso nariz, e não conseguimos enxergar? No mínimo reconhecer e discordar, sem partidarismo e sem a lupa dos vínculos religiosos, que isso está terminantemente errado, especialmente (repito) como educadores que somos! E mais: não foi só a Globo que veiculou essa notícia horrenda não! Todos os tipos de veículos de comunicação falaram... E agora é o quê? É muito mais um complô (ou a ação de Satanás) contra a IASD? Ou não seria mais um ponto falho que acabou saindo dos limites da mesma e acabou estourando a bomba? Vamos ser conscientes! Eu prefiro não apoiar nada! Temos que falar a verdade sobre qq coisa, mesmo que a pessoa seja a nossa mãe! Primeiro outras notícias veiculadas, depois o menino que foi baleado e morto porque um coleguinha estava portando uma arma, agora a expulsão de uma garota por causa de tendências (ou práticas) homossexuais! Por favor! E o Conselho vai processar a escola não é porque ela acabou sabendo da notícia via Rede Globo não, mas sim porque foi denunciada! E vc? Com uma filha homossexual? Aceitaria tal expulsão e ainda mais dessa forma? Fiquem em paz e sejam fiéis à verdade, seja ela dura como for!

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    1. Acredito que no artigo apresentei muito mais do que um simples "Que coisa tendenciosa o que o fantástico faz" ou "Ah, mas isso só podia vir da Globo, então é mentira!". Apresentei fatos e provas, apresentei aquilo que eles não se importaram em apresentar, exatamente porque não foram imparciais e fizeram reportagem desonesta.
      Partidarismo? Lupa de vínculos religiosos? Acho que não entendeu bem a situação. Neste blog, se preza pela verdade, seja ela qual for. Como disse acima, se, de fato, o IABC tivesse expulsado a garota simplesmente por ela ser homossexual, sem ter feito nada, eu jamais questionaria a acusação, também seria contra tal postura do colégio, pois isso é discriminação, crime e falta de amor ao próximo. No entanto, não foi o que aconteceu.
      Todos os tipos de veículo falaram? Ou eles falaram o que ouviram no Fantástico e nos veículos da Globo? Porque a única reportagem que foi averiguar a história, entrevistou todos os envolvidos e veiculou a sua conclusão própria foi a Globo. O resto são reproduções. Portanto, esse argumento é inválido. Se vários outros órgãos fossem averiguar por si mesmos os fatos, aí até poderia ser levado em consideração.
      Ser consciente é o motivo deste blog. É exatamente contra distorções, mentiras, falácias e artifícios tendenciosos que este blog se posiciona.
      O erro de muitos é dizer que, se fosse conosco, faríamos a mesma coisa. "Aceitaria tal expulsão e ainda mais dessa forma?" De que forma, eu te pergunto? Da "suposta" forma injusta que o Fantástico pintou? Ou da forma que ela realmente foi: com 4 anos de chances de permanecer no colégio, e, no entanto, desprezar e continuar com o mesmo mau comportamento? Se fosse minha filha, e ela estivesse errada como a ex-aluna do IABC está, eu jamais tentaria ganhar 50.000 reais apenas porque no meu país há uma crescente onda de favorecimento à denúncias e processos feitos por homossexuais.
      Baseado em todas as evidências, sinto em dizer: não é apenas a Globo ou o Fantástico que estão errados. A mãe e a ex-aluno também estão no que falaram e no que estão fazendo.

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    2. Caro Marcelo, foi só vc que postou aqui? Portanto, deixe de bobagem de mostrar veracidade em seus argumentos e desarme-se porque aqui não é um campo de batalha, a menos que queira que o seja! E muito do que li aqui é lupa religiosa, sim, e falei sobre estes comentários, a menos que tal lupa o esteja cegando ainda mais! É o que dá tentar discutir com pessoas em que prevalece o fanatismo da religião de homens! Seja mais humilde, seja menos empresa religiosa, e muito mais Cristo! E que fique bem claro: estou aqui neste mundo pra denunciar o que estiver errado, porque, como diz o ditado, "Pau que bate em Chico também bate em Francisco". Por mim, com vc, acabou-se a discussão, até pq aqui não visito mais!

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    3. Não penso ser bobagem mostrar veracidade, já que esta é a proposta do Blog. Campo de batalha? Se houvesse ofendido alguém aqui, talvez até concordasse com isso. Mas em nenhum momento isso aconteceu aqui, tudo o que fiz foi responder coerentemente os questionamentos levantados.
      Novamente, acusações vazias. Você diz que há "lupa religiosa", que sou uma pessoa em quem prevalece fanatismo de religião de homens, etc. Ok, argumente, mostre onde há tais coisas, senão isso não passa de acusação vazia, é nula.
      Muito bem, é nosso dever denunciar aquilo que está errado. Portanto, reafirmo: mostre onde está o erro.
      Sinta-se a vontade para visitar ou não o Blog.
      Abraços

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  8. O verbo "haver", no sentido de existir, não se flexiona. Não se diz "é claro que já houveram" ou "sempre haverão", mas sim "já houve" ou "sempre haverá". E isso eu aprendi na escola adventista.

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    1. Obrigado pelas correções gramaticais Lu, só não vejo onde sua irônica frase "e isso eu aprendi na escola adventista" ajuda em alguma coisa, se sua intenção, de fato, era ajudar.

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  11. gay e lesbica pode ir estuda biblia e ir igreja,...estuda na escola tambem pode, ...sim,..livre!

    mas batismo só for nasceu doença,....mas mudar sexo masculino para feminino esta errado esta escrita biblico na biblico,..mas estuda escola, emprego e ir igreja podem,..

    De quem quer batizar é espeito santo toca coração

    pois não sou deuses julgar,..só Deus unica julgar e saber cada nosso coração,...é pessoa escolher caminho

    Mas nosso irmão tem paciencia e amor

    De quem pode ajudar é mente do espirito santos toca coração que pessoa escolher ou não,...

    Jesus disse ultima palavra quando ele morreu na cruz disse: ELE NÃO SABEM,.Deus quase destruir como diluvio, sodoma e gomorra,...

    amem

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  12. Concordo com vc em tudo Marcel Karma .Meu filho estuda na Unasp e sei das regra ,Quem não quiser segui-lás é só não estudar lá .Nimguém os obriga .Parabéns pelos seus argumentos e explicações .

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  13. Eu já estudei nessa mesma instituição, no período que estava lá vi meninas serem punidas por manter relações sexuais com meninos não com expulsão mas com ajuda na limpeza do dormitori

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