quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Manifestação sobre o descanso dominical em Belo Horizonte-MG


Depois de ser obrigado a rever o modo de fazer compras, com a proibição da distribuição de sacolinhas plásticas, o consumidor pode se ver novamente diante de novo desafio: fazer compras somente de segunda a sábado. Um polêmico projeto de lei prevê o fechamento dos supermercados aos domingos em Belo Horizonte sob a justificativa de garantir mais qualidade de vida aos trabalhadores do setor. Ontem, em audiência pública na Comissão de Meio Ambiente e Política Urbana, centenas de empregados lotaram o plenário da Câmara para reivindicar o direito. O domingo é apontado como o segundo dia no ranking de compras em supermercados, segundo a Associação Mineira de Supermercados (Amis), atrás do sábado. Pelo projeto de lei, elaborado pelo vereador Léo Burguês (PSDB) com base em abaixo-assinado apresentado por funcionários do setor, ficariam proibidos de abrir empreendimentos “do comércio varejista de gênero alimentício com mais de duas caixas registradoras”, garantindo o funcionamento de estabelecimentos de bairro de porte menor para a compra de produtos pontuais. Caso ocorra desrespeito ao texto, é prevista multa de R$ 10 mil por dia de abertura, com pagamento dobrado em caso de reincidência e até mesmo possibilidade de cassação de alvará de funcionamento se persistir. [...]

Ontem, na audiência pública, com cartazes com o dizer “Até Deus folgou no sétimo dia” e frases semelhantes, funcionários dos supermercados da capital encheram o plenário da Câmara para pleitear a aprovação do projeto. O presidente do Sindicato dos Empregados no Comércio de Belo Horizonte e Região Metropolitana, José Alves Paixão, afirma que o descanso de domingo contribui para diminuir estresse, fadiga e ainda garante ao empregado um dia com a família. Uma das críticas hoje é que nas folgas semanais os filhos e mulheres dos trabalhadores do setor varejista estão na escola ou no trabalho e, assim, não podem aproveitar em conjunto. “É uma forma de humanizar o trabalho. Qualquer um se comove com os depoimentos das famílias”, afirma o sindicalista, ressaltando que espera que não se trate apenas de mais um projeto eleitoreiro. E a meta do sindicato é expandir a medida para shoppings e outros setores varejistas. [...]

Atualmente, com a taxa de desemprego em 4,4%, segundo dados Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), um dos dificultadores na contratação de mão de obra é o fato de o empregador prever plantão aos domingos. “Hoje ninguém quer trabalhar no comércio. Só consegue um ou outro e ainda insatisfeito”, afirma o diretor de Marketing da DMA Distribuidora (das bandeiras EPA, Martplus e ViaBrasil), Roberto Gosende. Ele afirma ser totalmente favorável ao projeto de lei e acredita que o cliente se adaptaria facilmente a obrigatoriedade de fazer compras de segunda-feira a sábado.
(Estado de Minas; colaboração de Cleo de Castro Souza)

Nota: As faixas abaixo foram colocadas próximo à Câmara dos Vereadores, na Avenida do Contorno de Belo Horizonte. Esse tipo de discussão em torno do descanso semanal tende a crescer e se tornar ponto de controvérsia nas grandes cidades. Somem-se a isso a proposta ECOmênica de uso do domingo para salvar o planeta e a crise mundial que já bate à porta dos países que ainda estavam conseguindo se manter em pé, e teremos uma noção do cenário que vai favorecer a imposição legal de um dia para “salvar o meio ambiente”, “salvar a família” e “ajudar a recuperar a economia”. Nada mais profético. Quer viver verá...[MB]


Fonte: Criacionismo

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Tons de cinza que vêm das trevas


Na superfície, o best-seller “instantâneo”Cinquenta Tons de Cinza é ruim pela literatura “fraca”, já denunciada pelos críticos que entendem do assunto, e pelo estímulo a perversões sexuais como o sadomasoquismo (tratei disso aqui). Mas há mais do que isso nas “entrelinhas” da obra. Segundo matéria publicada no site da revista Época, E. L. James (a autora do romance pornográfico “para donas de casa”) promoveu a obra do compositor inglês Thomas Tallis (do século XVI), ao escrever que seu personagem pervertido Christian Grey aprecia as músicas dele. Detalhe: Tallis escreveu predominantemente música religiosa, em especial motetos polifônicos, peças corais compostas para várias vozes.

Segundo Época, “a segunda vez que Tallis aparece [no livro de James] é numa fase avançada da educação de alcova de Anastasia. Ela atinge o orgasmo mais intenso e agonizante de sua vida, ao ouvir uma peça coral polifônica – vendada, com fone de ouvido, em meio ao sexo com Grey”. Resultado: “Como o livro de E. L. James tornou-se o maior best-sellermundial da temporada, com 31 milhões de exemplares vendidos em língua inglesa – e 200 mil na tradução em português, lançada há três semanas –, uma fração de seus leitores curiosa em ouvir aquela música tão angelical como estimulante [!] foi suficiente para transformar Tallis, com quatro séculos de atraso, em astro das paradas de sucesso. No romance, a obra religiosa do austero Tallis é usada para animar perversões sexuais”.

E a matéria termina assim: “No caso [da música] Spem in Alium, o frisson está menos no talento dos músicos do que na profanação, pois uma peça religiosa é usada para animar práticas sadomasoquistas. [...] Para muitos especialistas, Thomas Tallis [imagem abaixo] deve estar se revirando em sua tumba na igreja de St. Alphege em Greenwich. Não surpreenderá se a peça começar a ser usada para esquentar encontros amorosos em motéis, casas de suingue e afins. Difícil será ouvi-la nas igrejas.”

Profanação é palavra bem adequada para o que James fez em sua história. Com inúmeras músicas disponíveis, ela tinha que ter usado justo uma de cunho religioso? Dado o conteúdo de sua obra, a autora poderia usar como fundo musical das perversões do casal músicas como essas “tchu-tchá” que grudam inadvertidamente em nossa cabeça quando as ouvimos excretadas de caixas de som de carros que passam voando (azar mesmo é quando param por perto...). 

Parece que, além de promover o sexo pervertido, James também tratou de dar sua pitadinha de blasfêmia em Cinquenta Tons de Cinza. Quando li a informação acima, sobre o compositor sacro, me lembrei da entrevista concedida pela autora britânica à revista Veja do dia 8 de agosto. Lá pelas tantas, ela diz: “Sou uma diletante que começou a escrever sobre dois personagens que lhe vieram à cabeça e que foi sendo levada pela história deles. [...] Eu estava muito infeliz no último emprego – e, no mesmo momento, vi por acaso o primeiro filme da série Crepúsculo. Adorei. Pedi então ao meu marido que me desse o livro como presente de Natal. Ele me deu a série toda, e eu a li inteirinha, de cabo a rabo, em cinco dias. Antes do Ano-Novo já tinha terminado – e só não a recomecei do início imediatamente porque me sentei ao computador e comecei a escrever. Foi como se alguém tivesse acionado um interruptor em mim.”

Detalhe: quando a repórter perguntou se os filhos de James haviam demonstrado interesse na leitura de Cinquenta Tons, ela respondeu: “Não, não, não. Meus meninos não leem nada, de jeito nenhum. Com a exceção de ameaçá-los com uma arma, já tentamos de tudo, mas parece que, para eles, não ler é uma questão de honra. Nesse caso em particular, acaba sendo um alívio. Não quero nem imaginar meus garotos lendo Cinquenta Tons.” Mas, e quanto aos outros garotos e garotas que estão lendo a obra? O problema é deles?

Bem, uma coisa me chama (mais) a atenção: à semelhança de J. K. Rowling, autora da série Harry Potter e de outros autores “meteóricos”, E. L. James admite ter recebido um “empurrão” de “alguém”. É quase como se tivessem sido “inspiradas”, de tal maneira que onde não havia talento nem experiência surgem fama, dinheiro e influência sobre a mente e os hábitos de milhões de pessoas. Em se tratando da disseminação do ocultismo e da bruxaria (Harry Potter), do vampirismo/satanismo (Crepúsculo, que inspirou James) e do sexo pervertido com pitadas de blasfêmia (Cinquenta Tons), não tenho dúvidas do “alguém” que está por trás de tudo isso.

Michelson Borges

Fonte: Criacionismo

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Juiz indicia mordomo do papa por vazamento


Um juiz do Vaticano ordenou que o ex-mordomo do papa Bento XVI Paolo Gabriele seja processado por roubo. Ele é acusado de ter vazado documentos do apartamento particular do pontífice, fato que desencadeou acusações de corrupção dentro do Vaticano. Nos aposentos de Gabriele teriam sido encontrados, além de documentos do papa, um cheque de 100 mil euros para Bento XVI, uma pepita de ouro e uma tradução de Eneida, de Virgílio, do século 16. As acusações descritas na denúncia de 35 páginas incluem, pela primeira vez, um segundo empregado do Vaticano que também estaria envolvido no caso. Claudio Sciarpelletti, de 48 anos, especialista em computação, foi acusado de cumplicidade. Anteriormente, o Vaticano havia informado que Gabrielle era o único investigado.

Sciarpelletti é descrito no documento como amigo próximo de Gabriele, de 45 anos, com um papel limitado no caso. Ele passou uma noite na prisão depois que um envelope contendo material confidencial foi encontrado em sua escrivaninha.

O porta-voz do Vaticano, reverendo Federico Lombardi, disse a jornalistas que, com base nas leis do Vaticano, o papa poderá perdoar os dois acusados. Informou, porém, que não sabe ainda o que o pontífice fará. Lombardi disse que os dois homens provavelmente serão julgados em um único processo, mas não antes do fim de setembro. Isso porque o tribunal está em recesso até 20 de setembro.

Gabriele, que era encarregado de servir as refeições do papa e ajudá-lo a colocar suas pesadas vestes clericais, poderá ser condenado a uma pena de até seis anos de prisão. De acordo com o documento assinado pela acusação, ele admitiu ter se apossado dos documentos.

O caso vem incomodando o Vaticano desde janeiro, quando os documentos vazados começaram a surgir em jornais italianos e na TV, mostrando lutas internas de poder e dando de detalhes de uma suposta corrupção. Em maio, o jornalista Gianluigi Nuzzi publicou um livro contendo material aparentemente baseado em documentos roubados do escritório do papa.

De acordo com a acusação, Gabriele, que foi preso em maio, disse aos investigadores que se apossou dos documentos porque achava que o papa não sabia do “mal e da corrupção” que ele quis expor e eliminar. “Vendo o mal e a corrupção por toda a parte na Igreja, finalmente cheguei a um ponto em que não consegui mais me controlar”, afirmou Gabriele.

O ex-mordomo disse à acusação acreditar que “um choque, talvez por meio da mídia”, seria uma “maneira saudável” de trazer a Igreja de volta aos trilhos. Sob certos aspectos, teria dito aos investigadores, ele se via como um “espião” agindo em nome do Santo Espírito.

De acordo com a acusação, Gabriele contou que teria retirado documentos, cheque, pepita de ouro e a tradução da Eneida, de Virgílio, do escritório do papa por causa do “agravamento do meu problema”, sem especificar qual era a questão.

Fonte: Estadão

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Vulcão adormecido há cem anos entra em erupção


Por volta da 00h00 desta terça-feira (9h da manhã de segunda-feira, horário de Brasília), o vulcão Monte Tongariro lançou, por 30 minutos, uma nuvem de cinzas a mais de seis mil metros de altura, em meio a explosões, vapor e rochas. A atividade vulcânica chegou a atrasar alguns voos e causar o fechamento de ruas por conta de pouca visibilidade. O porta-voz da defesa civil do país, Tony Wallace, disse à BBC Brasil que ninguém ficou ferido no incidente e que o impacto da erupção foi mínimo, já que a região é pouco habitada. “Nós estamos em uma fase de monitoramento para ver se ocorrem outras erupções”, disse ele. A área não chegou a ser evacuada, mas autoridades pedem que as pessoas permaneçam dentro de casa e mantenhas as janelas fechadas.

O Monte Tongariro ainda liberava vapor nesta terça-feira, mas as atividades vulcânicas já diminuíram. A polícia disse que as ruas já foram reabertas. Especialistas disseram que foram pegos de surpresa. Eles tinham registrado uma atividade sísmica mais intensa nas últimas semanas, mas não esperavam uma erupção.

“Neste momento, as coisas estão calmas, mas devemos esperar que ele volte a qualquer momento”, disse o especialista em vulcões Michael Rosenberg à rede neozelandesa de TV TVNZ.

Meteorologistas informaram que um vento leste está levando a nuvem de cinzas em direção ao Oceano Pacífico.

Com 1.978 metros de altura, o Monte Tongariro e é um dos três vulcões localizados na região central da ilha norte da Nova Zelândia.

Fonte: BBC Brasil

Ex-agente da CIA diz que óvni foi encontrado nos EUA há 65 anos


No 65º aniversário do Incidente Roswell, Chase Brandon, que serviu à CIA (Agência Central de Inteligência dos Estados Unidos) por mais de duas décadas, revelou a existência um arquivo oculto da CIA sobre o objeto voador não identificado (óvni) supostamente encontrado na cidade americana. "É, realmente aconteceu", afirma o funcionário. As informações são do site do jornal britânico Daily Mail.

O caso se refere aos acontecimentos ocorridos em julho de 1947 em Roswell, no Novo México (EUA), onde teriam sido encontrados destroços de um disco voador. Teóricos da conspiração acreditam que corpos de alienígenas tenham sido autopsiados, e que as tecnologias modernas tenham sido criadas a partir de descobertas feitas no interior da nave.

O agente disse que a informação está escondida em um cofre dentro do quartel general da agência na cidade de Langley. "Foi em uma área restrita. Havia uma caixa que chamou minha atenção. Estava escrito sobre ela 'Roswell'. Eu remexi dentro dela, coloquei a caixa na prateleira e disse: 'meu Deus, realmente aconteceu'", conta o agente. "Não era um balão meteorológico - como foi afirmado na época - era uma nave de outro planeta", afirma.

Por 25 anos, Brandon serviu no serviço clandestino de elite da CIA como agente infiltrado, oficial de operações secretas desempenhando missões que envolviam terrorismo internacional, tráfico de drogas e contrabando de armas.

Quando o incidente em Roswell aconteceu, autoridades militares divulgaram um comunicado à imprensa, que começava assim: "Os muitos rumores sobre um disco voador se tornaram verdadeiros ontem, quando o oficial de inteligência do 509º Grupo de Bombardeios da Força Aérea americana, com base aérea em Roswell, se apoderou de um disco."

Porém, apenas 24 horas depois, os militares mudaram sua história e declararam que o objeto que eles pensaram ser um disco voador era, na verdade, um balão meteorológico que havia caído em um rancho próximo do local. Surpreendentemente, a mídia e o público aceitaram a explicação sem questionar.

Agora, agentes como Brandon questionam a versão oficial do acidente. Ele afirma, no entanto, que não vai revelar exatamente o que havia dentro da caixa que "acabou com suas dúvidas sobre o incidente de Roswell". "Havia alguns materiais escritos e algumas fotografias, e isso é tudo que eu vou dizer sobre o conteúdo da caixa", declarou ao Huffington Post.

Documentos

Documentos divulgados anteriormente parecem confirmar a história de Brandon - ou pelo menos a ideia de que autoridades americanas estariam encobrindo o envolvimento com alienígenas. Um memorando que parece provar isso foi publicado pelo FBI. O departamento tem disponibilizado milhares de arquivos em um site chamado The Vault (O Cofre, em tradução livre).

Entre eles, está o memorando escrito por Guy Hottel, agente especial encarregado do escritório de Washington em 1950. No documento, cujo assunto é "Discos Voadores", Hottel revela que um investigador da Força Aérea declarou que "três chamados 'discos voadores' haviam sido recuperados no Novo México". O investigador teria dado a informação a um agente especial. O FBI censurou a identidade do agente e do investigador.

"Eles foram descritos como sendo de forma circular, com aproximadamente 50 m de diâmetro", afirma Hottel. "Cada um teria sido ocupado por três corpos humanos, mas de pouco mais de um metro", acrescentou. Segundo o relato, os corpos estariam vestidos com panos metálicos e cada um foi enfaixado de um modo semelhante ao utilizado nas roupas usadas por pilotos de teste de velocidade.

Fonte: Terra

Nota: Veja o artigo Os verdadeiros tripulantes dos OVNIs para saber quem está por trás das aparições de objetos voadores e seres supostamente extra-terrestres.

Os verdadeiros tripulantes dos OVNIs


Várias teorias têm sido propostas para explicar a natureza dos supostos OVNIs (objetos voadores não-identificados). Enquanto alguns acreditam serem mero fruto da imaginação humana, outros defendem a idéia de que são veículos espaciais conduzidos por seres extraterrestres. Mesmo não usando a expressão moderna OVNI, Bíblia apresenta alguns princípios básicos que podem nos ajudar na compreensão desse tema intrigante. 

As Escrituras deixam claro que todas as manifestações sobrenaturais e sobre-humanas, neste mundo de pecado, procedem de um dos dois grandes poderes conflitantes do Universo: a Trindade e os anjos leais, de um lado, e Satanás e outros seres demoníacos (Apocalipse 12:7-9). Isto nos leva à conclusão de que, se os OVNIs existem, devem se enquadrar em uma das duas alternativas acima mencionadas. Uma análise detida da Bíblia revela o fato de que grande parte das manifestações satânicas são confusas, indefinidas e enganosas. A ênfase repousa, freqüentemente, mais no fascínio das emoções do que em um conteúdo proposicional concreto. Dentro desta categoria se enquadram as encarnações demoníacas na forma de animais (Gênesis 3:1-5; Apocalipse 12:9), de pessoas já mortas (I Samuel 28) e de seres angelicais (II Coríntios 11:14). 

Somos advertidos de que os poderes demoníacos haveriam de operar nos últimos dias “grandes sinais e prodígios” (Mateus 24:24; Marcos 13:22), de realizar “coisas espantosas e também grandes sinais do céu” (Lucas 21:11), de se transformar em anjos de luz (II Coríntios 11:14), e de fazer descer fogo do céu “à terra diante dos homens” (Apocalipse 13:13). Esses sinais e maravilhas teriam por objetivo “enganar, se possível, os próprios eleitos” (Mateus 24:24; Marcos 13:22; ver João 8:44; II Tessalonicenses 2:9 e 10). Comparando-se os testemunhos sobre aparições de OVNIs com o relato bíblico, percebe-se nitidamente que tais aparições jamais podem ser consideradas, nem em forma nem em conteúdo, como manifestações divinas, ou de anjos bons, ou ainda de possíveis habitantes de outros mundos não-caídos do Universo. Resta portanto, a inevitável conclusão de que elas só podem ser consideradas como parte dos “grandes sinais e prodígios” que haveriam de acompanhar as fascinantes manifestações demoníacas dos últimos dias (ver Apocalipse 16:14). 

Os escritores americanos Myron Widmer e Sidney Reiners divisam, por trás das aparições de OVNIs, um plano mestre de engano satânico. Widmer declara que o “constante aumento de fé no sobrenatural continua preparando o cenário para os eventos finais, quando a mente do povo terá visto e ouvido tanto do sobrenatural que as ilusões e os enganos de Satanás parecerão muito naturais e acreditáveis”.

Já Sidney Reiners sugere que as aparições de “ufonautas” (supostos tripulantes dos discos voadores) hostis à vida na Terra poderiam precipitar “uma corrida rumo a um governo mundial, com a perda, num estado de pânico, dos princípios democráticos”. Ufonautas amigos, por outro lado, poderiam persuadir facilmente os seres humanos a “solucionar” os problemas da humanidade com seus planos enganosos. 

Quer as hipóteses de Reiners se cumpram literalmente ou não, o verdadeiro cristão deve alicerçar sua fé sobre a Palavra de Deus, para não sucumbir aos enganos satânicos. Como Cristo enfrentou as tentações demoníacas no deserto com a autoridade das Escrituras (ver Mateus 4:1-11), o verdadeiro cristão jamais se deixará seduzir por qualquer experiência visual, auditiva ou emocional que não esteja em perfeita harmonia com o claro ensino bíblico (ver Isaías 8:19 e 20; Gálatas 1:8).

Fonte: Dr. Alberto R. Timm, Revista Sinais dos Tempos, agosto de 1997 / Bíblia e Ciência

Israel está decidido a atacar o Irã no outono, diz jornal


A imprensa israelense dedicou suas capas nesta sexta-feira a um possível ataque militar de Israel contra instalações nucleares iranianas, considerando que os principais defensores deste controverso plano são o primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu, e o ministro da Defesa, Ehud Barak.

Para o jornal de grande circulação Yediot Aharonot, Netanyahu e Barak estão "decididos a atacar o Irã no outono", inclusive antes das eleições americanas.

"É muito relevante que estas duas figuras de alto escalão, o primeiro-ministro e o ministro da Defesa, estejam decididos" a isso, consideraram dois editorialistas do jornal, Nahum Barnea e Shimon Shiffer.

"Mas também é muito relevante que nenhuma personalidade da classe dirigente - nem no exército, nem nos círculos da Defesa, nem sequer o presidente - apoie atualmente um ataque israelense", acrescentaram.

O Haaretz abre sua edição do fim de semana com declarações de um funcionário de alto escalão que pediu o anonimato. "Israel tem que se perguntar de maneira responsável qual seria o sentido de não agir neste momento", considerou o dirigente.

Por sua vez, o Maariv se refere em sua primeira página a uma pesquisa que indica que 37% dos israelenses entrevistados pensam que se o Irã tivesse uma arma nuclear poderia provocar um "segundo Holocausto".

Teerã nega as acusações das potências ocidentais e de Israel e assegura que seu programa nuclear só tem fins civis.

Israel, a única potência nuclear - embora não reconheça - da região, considera que sua existência estaria ameaçada se o Irã possuísse uma bomba atômica.

Na quinta-feira, Barak havia afirmado que "as estimativas dos americanos sobre a possibilidade de que o Irã possa dispor de uma bomba atômica (...) se aproximam das nossas". Isso "faz com que a questão iraniana seja um pouco mais urgente", acrescentou.

Fonte: UOL

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...