quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Proposta para descanso ao domingo em Israel avança com apoio do Primeiro-ministro


O Primeiro-ministro Benjamin Netanyahu deu a sua aprovação tácita para experimentar a proposta do Vice-primeiro-ministro Silvan Shalom para tornar o domingo um dia sem trabalho e escola, fontes próximas de Shalom confirmaram esta quarta-feira.

Shalom tem vindo a insistir há anos na sua proposta para uma semana de trabalho mais curta, mas até há pouco tempo parecia que um comité nomeado por Netanyahu iria bloquear a iniciativa. Uma trégua política entre Netanyahu e Shalom durante o último mês deu nova vida à proposta.

O Primeiro-ministro e Shalom discutiram a ideia num encontro a 2 de setembro. As suas equipascontinuaram o debate desde então e fizeram progressos. 

Representantes do comité, liderados pelo Diretor do Conselho Económico Nacional, Prof. Eugene Kandel, discutiram com os conselheiros de Shalom maneiras de testar a iniciativa, e devem encontrar-se novamente já na quinta-feira.

Uma possibilidade é estabelecer um domingo de descanso por mês. Mas os parceiros de Shalom disseram que tal projeto piloto é apenas uma forma de testar a iniciativa e implementá-la por fases.
Tais testes e fases são vistas como cruciais para obtenção da aprovação pelas organizações económicas e entidades que se opõem ao encurtamento da semana de trabalho.

Uma fonte próxima de Kandel disse que o comité publicaria as suas conclusões imediatamente após o fim das festas judaicas, no próximo mês. Disse que Netanyahu não emitiria a sua opinião sobre o assunto antes de estudar as conclusões.

Estou feliz por qualquer progresso no sentido de implementar a minha iniciativa para um fim-de-semana mais longo aos Sábados e domingos em Israel”, disse Shalom. “Este é outro passo que eventualmente permitirá implementar plenamente a proposta”. Fonte: The Jerusalem Post, notícia publicada a 19 de setembro de 2012 (negritos meus para destaque) 

Nota: outra evidência da crescente relevância que o descanso ao domingo está a ter pelo mundo fora. Neste caso, é mais significativo ainda, pois falamos da mais importante nação sabática do mundo!

Fonte: O Tempo Final

sábado, 22 de setembro de 2012

Mais provocações aos islâmicos



Enquanto os violentos, e muitas vezes mortais, protestos consomem grande parte do mundo árabe em resposta ao vídeo anti-Islã produzido nos EUA (clique aqui para saber mais), os novaiorquinos irão em breve defrontar-se com uma nova polêmica envolvendo o Islã: uma propaganda no sistema de trânsito que terá a frase “Em qualquer guerra entre o homem civilizado e o selvagem, apoie o civilizado”. A mensagem é concluída com as palavras “Apoie Israel, enfrente a jihad”. Depois de ter rejeitado o anuncio inicialmente e perdido uma ação na Justiça, a Autoridade Metropolitana de Transporte da cidade anunciou na terça-feira que a propaganda deve ser colocada em dez estações de metrô. “Nossas mãos estão amarradas”, disse Aaron Donovan, porta-voz do órgão, quando perguntado sobre a duração do anúncio.

Em julho, o juiz Paul A. Engelmayer, da Corte Distrital Federal em Manhattan, entendeu que a autoridade de transporte havia violado os direitos, assegurados na Primeira Ementa, do grupo que queria divulgar o anúncio, a Iniciativa de Defesa da Liberdade Americana. A autoridade de transporte havia citado a linguagem “degradante” da propaganda na tentativa de barrar sua instalação.

A autoridade, que também recorreu da decisão em julho, pediu que o juiz postergasse a implementação de sua decisão até o encontro da cúpula do órgão, em 27 de setembro. Mas em outra decisão no mês passado, o juiz Engelmayer ordenou que a agência revisasse sua política de publicidade em duas semanas ou que procurasse prolongar o processo em uma corte de apelação. Nenhuma das duas coisas foi feita.

Agora, a autoridade de transporte de Nova York se vê em uma situação difícil. A Iniciativa de Defesa da Liberdade Americana também comprou espaços em Washington, mas a autoridade de transporte local disse na terça-feira que “suspendeu” a colocação dos anúncios em razão de uma “preocupação com segurança pública por causa dos últimos eventos no mundo”.

Uma opção parecida não está disponível para a autoridade de transporte de Nova York por causa da decisão judicial. De acordo com Donovan, o órgão deve considerar revisar suas políticas de publicidade na reunião da cúpula na próxima semana.

Pamela Gettler, diretora-executiva da Iniciativa de Defesa da Liberdade Americana disse por e-mail na terça-feira que os oficiais de trânsito de Washington estavam “sendo servis à ameaça de terrorismo jihadista”. Ela afirma ainda que os eventos recentes no Oriente Médio não a fizeram hesitar “nem um segundo” sobre a colocação dos anúncios em Nova York.

“Eu nunca vou tremer ante qualquer intimidação violenta, e parar de dizer a verdade porque fazê-lo é perigoso. A liberdade deve ser vigorosamente defendida”, disse. “Se alguém comete uma violência, a responsabilidade é dela e de mais ninguém.”

O grupo também fez campanha nas estações da linha de trem Metro-North, com cartazes que citam os “ataques islâmicos mortais” desde o 11 de Setembro e diz: “Não é islamofobia. É islamorrealismo”. A autoridade de transporte diz que não tentou bloquear esses anúncios porque eles não atingiram o limite da agência para linguagem “degradante”, como o anúncio que se referia ao “selvagem”. [...]


A revista satírica alemã Titanic anunciou nesta quinta-feira que irá publicar uma charge de Maomé na capa de sua edição de outubro, em meio a violentos protestos contra o filme “Inocência dos muçulmanos” e caricaturas divulgadas pelo semanário francês Charlie Hebdo e a um debate sobre liberdade de expressão.

Em entrevista ao site do jornal Financial Times Deutschland, o diretor da publicação, Leo Fischer, disse que a capa da revista virá ilustrada com uma caricatura do profeta segurando nos braços Bettina Wulff, esposa do ex-presidente da Alemanha Christian Wulff, que renunciou ao cargo após um escândalo de tráfico de influência em fevereiro.

Segundo informações da agência EFE, Fisher acrescentou que a charge é na realidade uma crítica ao polêmico filme anti-Islã, chamado de “mal feito” pelo editor, e a “celebridades ultrapassadas que querem se beneficiar da crítica barata contra o Islã”. Ele também ressaltou que a revista não pretende republicar as charges da Charlie Hebdo, consideradas por ele “desinteressantes e grosseiras”.

Titanic já se envolveu com inúmeras polêmicas com supostos insultos ao Islã. Em 2005, ela republicou polêmicas charges criadas pelo jornal dinamarquês Jyllands-Posten e que geraram uma série de protestos pelo mundo islâmico. Um ano depois, a publicação alemã foi às bancas com a manchete “Comparação entre as religiões” e uma foto com diferentes tamanhos de órgãos sexuais masculinos, dos quais o menor era o de um muçulmano. [...]

Ainda nesta quinta-feira, a aliança política egípcia Irmandade Muçulmana fez um apelo para que a Justiça francesa tome alguma atitude em relação àCharlie Hebdo, como fez com a revista Closer, no caso da divulgação do topless de Kate Middleton.


Nota: É difícil entender o que motiva alguns cabeças ocas (a não ser o “ibobe” e o dinheiro). Parece que, para certos irresponsáveis, quanto pior a situação, melhor. Esse tipo de material provocativo pode levar a duas situações, ambas negativas: (1) mais revoltas no mundo islâmico, com violência e mortes desnecessárias, e (2) uma revisão do significado de“liberdade de expressão”, conquista alcançada a muito custo, em certos países. Como escreveu o amigo Marco Dourado: “Não gosto de teorias da conspiração, mas isso parece meio orquestrado. O tal filme, cujos atores alegam terem filmado apenas um épico no deserto, de baixíssimo orçamento, foi porcamente dublado. E sua divulgação foi feita justamente no aniversário de 11 anos dos atentados de 11 de setembro.”[MB]

Fonte: Criacionismo

sábado, 8 de setembro de 2012

Vitória: pastor Youcef Nadarkhani é libertado da prisão iraniana


Hoje é um dia de muita celebração. Depois de definhar na prisão por quase três anos, sob a ameaça de execução por sua fé, pastor Youcef Nadarkhani foi libertado da prisão e absolvido da acusação de apostasia.
Pastor Youcef foi convocado a comparecer diante do tribunal na manhã deste sábado (8) para tratar das acusações apresentadas contra ele. Sua audiência durou quase seis horas. Mas, no final, ele foi libertado e pode voltar para casa e para sua família.
Ele foi acusado e condenado por evangelizar os muçulmanos. De acordo com fontes próximas ao caso, o tribunal condenou o pastor Youcef a três anos de prisão, lhe concedendo tempo de serviço, o que significa que sua sentença de prisão já tenha sido concluída (o pastor está preso desde 2009).
“Suas orações foram ouvidas”, comemora o site do Centro Americano para Lei e Justiça, que acompanhava o caso de perto e lutava pela liberdade do pastor iraniano.
Retrospectiva do caso
Youcef Nadarkhani foi preso em outubro de 2009, acusado de apostasia e propagação do evangelho a muçulmanos.
Em setembro de 2011, a agência iraniana de notícias semi-oficial, Fars News, informou que Nadarkhani foi a julgamento por acusações de estupro, extorsão e sionismo.
Documentos do tribunal que vazaram dias depois esclareceram que Nadarkhani foi, de fato, julgado por apostasia; críticos suspeitaram que o relatório falho da Fars News não passasse de uma tentativa de aliviar a pressão internacional sobre as acusações baseadas na fé e religião de Nadarkhani.
Países, incluindo Grã-Bretanha, Estados Unidos e Brasil, têm se pronunciado a favor da libertação de Nadarkhani.
Após passar por prisões em 2006 e 2009, o pastor Yousef foi preso em junho de 2010 sob a acusação de apostasia, liderar igrejas domésticas e proselitismo a muçulmanos. Em setembro do mesmo ano foi condenado por um tribunal regional à morte por enforcamento.
Por causa da pressão internacional, a sentença não foi colocada em prática.
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